É hora da virada

ASSEMBLEIAS

  • Dia 22 de março – 18h – Rio de Janeiro
    Local: Auditório do CRO-RJ.
    Rua Araújo Porto Alegre 70, 5º andar

  • Dia 23 de março – 19h – Resende
    Local: Salão de festas do edifício Ponta Negra, próximo ao Fórum.
    Av. Rita Ferreira da Rocha 443.
     
  • Dia 24 de março – 10h – Volta Redonda, Barra Mansa e Barra do Piraí
    Local: Auditório da ABO Volta Redonda.
    Rua 24 nº 22 – Tangerinal – Volta Redonda

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Quando se vincula a um plano dental, o cirurgião-dentista sabe que, embora recebendo menos das operadoras de convênios do que de pacientes particulares, poderá cuidar da saúde bucal de uma maior parcela da população, assim melhorando a sua qualidade de vida.

Entretanto, nos últimos anos, as tabelas de remuneração das operadoras não foram reajustadas e os valores pagos não acompanharam os aumentos de custos sofridos pelos dentistas, tornando inviável o tratamento dos clientes conveniados nos padrões mínimos de qualidade.

É inaceitável que as operadoras paguem menos de R$10,00 por uma consulta odontológica, pouco mais de R$9,00 por extração e menos de R$3,00 por uma radiografia, mesmo porque esses valores sequer cobrem os custos operacionais.

Apesar disso, há operadoras que querem deixar de pagar as consultas.

Como os contratos impostos pelos convênios não dão margem a negociação, os dentistas resolveram ABRIR A BOCA por melhor remuneração e condição de atender com qualidade a população.

Contra a exploração da profissão, é hora de paralisar o atendimento aos pacientes de planos dentais enquanto não houver uma revisão das tabelas de honorários.

Assim, por uma odontologia digna, com remuneração adequada e procedimentos de qualidade, é importante que a sociedade se UNA aos profissionais contra a exploração dos convênios.

O texto acima faz parte de uma ampla campanha que será promovida pelo CRO-RJ, contra a exploração dos CDs por parte dos convênios.

Para que possamos alcançar o objetivo, é fundamental que a categoria se mantenha informada sobre as assembléias que serão realizadas em diversos municípios, com a finalidade de definir onde e como serão realizadas as paralisações, isto é, escolhendo durante as assembléias, através do voto, as operadoras que terão o atendimento interrompido.

Lembramos que o Conselho não irá se esquivar do papel de colaborar com os colegas que assim desejarem, caso a decisão da assembléia seja pela efetiva paralisação.

Contudo, é indispensável que o maior número de colegas compareça às assembléias municipais, pois de nada adianta reclamar, se não partirmos para a ação legitimada pela categoria.

Afonso Fernandes Rocha
Presidente do CRORJ

Fonte: http://www.cro-rj.org.br/editorial.asp?pid=55

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