Inscreva-se no Portal e concorra ao livro de Medicina Bucal e Odontologia Hospitalar

Para colaborar com a divulgação do Livro dos professores paulistas Paulo Santos e Luis Valente Jr. e estimular a inscrição no Feed do site, será sorteado um livro (Medicina Bucal: A prática da Odontologia Hospitalar) para os assinantes do Portal da Medicina Oral.

O sorteio será realizado em 15 de maio de 2012 e para participar basta estar cadastrado no Feed. Abaixo o passo a passo para tornar-se cadastrado e concorrer ao livro.

1- Digite o seu email no campo presente na primeira coluna à direita (veja seta).

2- Após, aparecerá uma janela onde deverá ser digitada a palavra apresentada.

3- Você receberá então, no seu próprio email, a mensagem com a confirmação do cadastro. Clique no link indicado e torne-se um assinante do site.

Sendo um assinante você receberá automaticamente as atualizações do Portal da Medicina Oral e concorrerá ao único livro de Medicina Bucal (ou Oral, pois os termos são sinônimos) escrito com o enfoque para a Odontologia Hospitalar.

Não perca a oportunidade e ajude o Portal indicado-o aos seus amigos e colegas.

(*) quem já recebe as postagens por email já está concorrendo e não precisa se inscrever novamente.

Odontologia Hospitalar no 21º COPEO

SIMPÓSIO – O Papel da Odontologia no Controle de Infecção Hospitalar.

Data 13/04/12 Horário 14:00-18:00

Coordenação – Profª. Drª. Aurora Karla L. Vidal (PE)

TEMAS/ PALESTRANTES


1. Formação e âmbito de atuação do cirurgião-dentista
Prof. Dr. José Thadeu Pinheiro (PE)

2. O cirurgião-dentista e a odontologia hospitalar: especialização ou
residência?
Prof. Dr. Reginaldo Inojosa Carneiro Campello (PE)

3. Cuidados bucais no paciente hospitalizado e no paciente crítico
Dr. Paulo Affonso Pimentel Jr. (RJ)

4. Doenças bucais e sua relação com doenças sistêmicas
Profa. Luiziane Borges (SP)

XXVI Jornadas de Medicina Oral


Com o objetivo de abranger as diferentes áreas da saúde oral, criámos este ano um programa que acreditamos ser de excelência não só para a Medicina Dentária, como também para a Higiene Oral, Técnicos de Prótese Dentária e Assistentes Dentários.

Como poderão também constatar, este ano, para além do reconhecido mérito dos conferencistas, colocamos à vossa disposição diversos cursos teórico-práticos abrangendo quase todas as áreas da saúde oral, pois acreditamos que o processo de aprendizagem baseia-se no Ver – Fazer.

É, por isso, uma honra anunciar que as XXVI Jornadas de Medicina Oral da Faculdade de Medicina Dentária, Universidade de Lisboa vão realizar-se nos próximos dias 17 e 18 Maio (Quinta e Sexta-feira), nas instalações da FMDUL.

Temos o prazer de comunicar também que o programa social será pela primeira vez em conjunto com a XI Cerimónia de Entrega de Prémios “Dental Awards”. Será certamente uma noite memorável.

Para terminar permitam-me a ousadia, mas será certamente um evento de referência, de produção e partilha científica, para além dos momentos e espaços de convívio entre todos deveras importantes no processo de crescimento pessoal e profissional.

Contamos Consigo

António Moacho

Programa do Evento em: https://sites.google.com/site/jornadamedicinaoral/programacientifico

Odontologia Hospitalar na rede pública do Paraná

Fonte: http://www.redesuldenoticias.com.br/noticia.aspx?id=41466

Em audiência nesta quarta-feira, dia 28, com o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, a deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) e membros da Comissão de Odontologia Hospitalar do Conselho Regional de Odontologia do Paraná (CRO-PR) discutiram a aplicação da lei estadual nº 16.786/2011, que teve origem no PL nº 561/2009, de autoria da parlamentar, e que torna obrigatória a presença de profissionais de odontologia nas equipes de atendimento preventivo e emergencial das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) dos hospitais paranaenses. Embora ainda esteja em tramitação no Congresso Nacional um marco legal para o projeto de lei da odontologia intensiva no país, é comprovada a eficácia desse atendimento no salvamento de vidas por meio da redução do número de infecções adquiridas no ambiente hospitalar, especialmente por pacientes submetidos à ventilação mecânica, na diminuição do tempo de internação e também na queda significativa dos custos do tratamento, a julgar pelos gastos com remédios e com hospitalização. Foi também entregue à deputada sugestão de complementação da lei, visando a presença de cirurgiões dentistas como parte do corpo clínico dos hospitais, não restringindo sua presença apenas às UTIs.

A lei estadual foi promulgada em janeiro de 2011 pela Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). Com base no avanço das negociações atuais, a Secretaria de Estado da Saúde (SESA) já estuda aplicar essa lei nos 17 hospitais da rede pública paranaense e acena com a possibilidade de desenvolver parcerias junto ao CRO-PR, visando assegurar a capacitação profissional e a fiscalização desse atendimento. Para tanto, a SESA ficou de informar ao conselho o perfil e a estrutura que cada uma dessas instituições já conta a fim de dimensionar o número de profissionais necessários para colocar em prática os trabalhos da odontologia hospitalar e intensiva, de acordo com as características desses hospitais. Além da contratação dos odontólogos ou do chamamento de profissionais pelos concursos válidos neste momento, a parceria deverá envolver o treinamento também de enfermeiros e fisioterapeutas que atuam nos hospitais. A SESA prevê chamar, entre maio e setembro, 1.700 trabalhadores aprovados em concurso. Entre estes, os profissionais para atuarem na odontologia hospitalar e intensiva. “O Paraná tem condições de ditar um modelo na prestação desse atendimento especializado”, disse a secretária da Comissão de Odontologia Hospitalar do CRO-PR, Lílian Pasetti. Segundo ela, já existem leis também em São Paulo e no Rio de Janeiro. No estado de Goiás está tramitando uma proposta nesse sentido. “Mas é no Paraná que a discussão tem avançado tanto no meio profissional quanto junto ao poder público”, acrescentou.

“A deputada Luciana está de parabéns pela iniciativa”, elogiou o secretário Michele Caputo Neto. Ele se mostrou entusiasmado com os avanços na gestão dos hospitais que a aplicação da odontologia hospitalar e intensiva significará. “Independentemente da existência de UTI, sabemos que a medida faz com que se aumente a rotatividade nos leitos hospitalares pela aceleração da capacidade de recuperação dos pacientes”, disse ele. A deputada Luciana lembra que, de acordo com pesquisas desenvolvidas por universidades brasileiras e com a literatura científica mais recente, “a odontologia intensiva aumenta em até 50% a rotatividade de pacientes em UTIs, diminui a morbidade e o índice de mortalidade por infecções adquiridas durante o tratamento”.

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(*) grifo em negrito pelo editor do Portal da Medicina Oral.

Saúde oral em encontro de Medicina Geral e Familiar

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OMD representada no 29º Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral
Saúde oral em encontro de medicina geral e familiar

Três médicos dentistas deram um curso de saúde oral a médicos de clínica geral e familiar. O tema despertou tanto interesse que houve necessidade de aceitar inscrições extra e aumentar a lotação da sala.

Esta formação surge no seguimento de uma colaboração existente há vários anos entre a Ordem dos Médicos Dentistas e a Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral e Familiar, que organizou o seu 29º encontro anual em Vilamoura, de 14 a 17 de maio.

Em representação da OMD, participaram os médicos dentistas Frias Bulhosa, que organizou o curso e apresentou um dos temas, Sandra Gavinha e Paulo Ribeiro de Melo.

Síndrome de Sjögren requer atenção multidisciplinar

Resenha crítica do cirurgião dentista e estomatologista Prof. Assoc. Jayro Guimarães Jr.
Os critérios de classificação para síndrome de Sjögren (SS) divulgados pelo American College of Rheumatology (ACR) requerem a colaboração entre asespecialidades de saúde que regularmente tratam esta doença:Reumatologia, Oftalmologia e Estomatologia.
Critérios de classificação foram publicados anteriormente, mas os critérios atuais, apesar de não elencarem grandes novidades, são os primeiros a serem aprovados pelo ACR.
A inclusão de testes objetivos relacionados com as manifestações oculares, orais e sistêmicas da SS são  as características fundamentais dos critérios atuais, que reforçam  e ressaltam a importância da multidisciplinaridade na avaliação da doença e de seu tratamento.
Pelo menos duas de três especialidades de saúde são necessárias para determinar o diagnóstico da doença, de acordo com os novos critérios.Os novos critérios de classificação para a SS são necessários para melhor apoio das pesquisas etiológicas e genéticas e os ensaios terapêuticos para esta prevalente doença autoimune.
Os critérios utilizados para a inscrição em ensaios clínicos precisam ser clarosserem fáceis de aplicar e terem alta especificidade, considerando os efeitos adversos potencialmente graves e comorbidades.Foram propostos critérios de classificação para SS que foram desenvolvidos a partir de dados de registro coletados por meio de instrumentos padronizados e testes diagnósticose são baseados inteiramente em critérios objetivos.
Para serem classificados como tendo SS, os pacientes devem satisfazer pelo menos dois de três dos seguintes critérios:
·Testes de sangue positivo para anticorpos específicos relacionados à autoimunidade (anti-SS-A e / ou anti-SS-B), ou exames de sangue positivo para fator reumatóide e um título de anticorpos ou fatores antinucleares (FAN) igual ou maior que 1:320.
·Ceratoconjuntivite seca (com xeroltalmia) com uma pontuação de três ou superior em testes de coloração feitas com soluções de fluoresceína, desde que o paciente não esteja usando diariamente colírio para glaucoma ou não tenha sido submetido a cirurgia da córnea ou cirurgia cosmética da pálpebra nos últimos cinco anos.
Existem três métodos para isso: van Bijsterveld, Oxford (vide figuras) e National Eye Institute (NEI).
Xeroftalmia (olho seco). Coloração com fluoresceína.
·O exame patológico de uma amostra de biópsia das glândulassalivares menores encontrados no lábioenvolvendo a detecção de focos linfocíticos, indicando a presença de atividade auto-imunitária prejudicando a função salivar.
A validação dos diagnósticos através destes critérios é mais adequada para evitar os erros de classificação que podem apresentar riscos à saúde.
O endereço eletrônico do American College of Rheumatology é http://www.rheumatology.org
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Referência:
Shiboski SC, Shiboski CH, Baer AN, Challacombe S, LanfranchI H, Schiødt M, Umehara H, Vivino F, Zhao Y, Dong Y, Greenspan D, Heidenreich AM, Helin P, KIrkham B, Kitagawa K, Larkin G, Li M, Lietman T, Lindegaard J, McNamara N, Sack K, Shirlaw P,  Sugai S, Vollenweider  C, Whitcher J, Wu A, Zhang S, Zhang W, Greenspan JS, Daniels TE  for The SJögren’s International Collaborative Clinical Alliance (Sicca) Research Groups. American College of Rheumatology Classification Criteria for Sjögren’s Syndrome: A Data-Driven, Expert Consensus Approach in the Sjögren’s International Collaborative Clinical Alliance CohortArthritis Care & Research. Arthritis Care & Research, April 2012;64(4):475– 87. DOI 10.1002/acr.21591
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Audioteca para cegos

Recebi o email abaixo e divulgo pois trata-se de assunto de interesse geral.

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PRECISO DE AJUDA PARA DIVULGAÇÃO LIVRO PARA CEGOS!

Queridos amigos, para seu conhecimento e divulgação dentro de suas possibilidades e pensando nos que não vêem, segue a indicação da Audioteca Sal e Luz. Nesta há um trabalho maravilhoso que é realizado e que corre o risco de acabar. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros). A Audioteca não precisa de Dinheiro, mas de DIVULGAÇÃO!

Mas o que são livros falados?

São livros que alcançam cegos e deficientes visuais (inclusive os com dificuldade de visão pela idade avançada), de forma totalmente gratuita. Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. São emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3.

Se você conhece algum cego ou deficiente visual, fale do nosso trabalho, DIVULGUE!!!

Para ter acesso ao nosso acervo, basta se associar na nossa sede, que fica situada à Rua Primeiro de Março, 125 – Centro. RJ.

Não precisa ser morador do Rio de Janeiro. A outra opção foi uma alternativa que se criou, face à dificuldade de locomoção dos deficientes na nossa cidade. Eles podem solicitar o livro pelo telefone ou escolhendo o título pelo site, e enviaremos gratuitamente pelos Correios.

A nossa maior preocupação reside no fato que, apesar do governo estar ajudando imensamente, é preciso apresentar resultados. Precisamos atingir um número significativo de associados, que realmente contemplem o trabalho, senão ele irá se extinguir e os deficientes não poderão desfrutar da magia da leitura.

Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros…

Ajudem-nos. Divulguem!

Atenciosamente,

Christiane Blume
Audioteca Sal e Luz. Rua Primeiro de Março, 125- 7º Andar. Centro – RJ.
CEP 20010-000
Fone:   (21) 2233-8007   (21) 2233-8007
Horário de atendimento: 08:00 às 16:00 horas
site: http://audioteca.org.br/