Ácido tranexâmico, o Neymar da Hemostasia Oral

É a cara do Neymar...

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Hemorragias bucais são situações sérias e desagradáveis para dentistas e pacientes. Um importante auxiliar na obtenção da hemostasia (ou controle do sangramento) é o ácido tranexâmico (nomes comerciais, transamin e hemoblock). Desenvolvido nos anos 1960, atua na estabilização do coágulo, dificultando a ação da lisina, que é abundante na saliva humana.

Cirurgiões dentistas devem conhecer bem este verdadeiro craque do controle das hemorragias, pois atua no local ou por via sistêmica. Veja o texto disponível no portal do ministério da saúde sobre suas indicações. Sua utilização pode, por exemplo, ajudar na viabilização de procedimentos cirúrgicos em pacientes com restrição de retirada de anticoagulantes.

É importante lembrar que não se deve abdicar de uma boa anamnese e exames laboratoriais para prevenção de causas sistêmicas das hemorragias. Da mesma forma, uma técnica cirúrgica bem realizada será extremamente útil e muitas vezes pode evitar a necessidade do uso dos antifibrinolíticos como o ácido tranexâmico ou seus similares.

Vejam ainda artigo sobre o uso do AT, intravenoso no controle de hemorragias em cirurgias ortognáticas.

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