A Medicina Oral e a Odontologia Hospitalar precisam de um CFO forte e atuante

Prezados,

Toda classe profissional necessita de instituições fortes que a representem. Na Odontologia não é diferente. Conselhos, Associações, Sindicatos e demais entidades informam às demais classes e a toda sociedade quem somos, o que fazemos e quanto valemos. Dizem o quanto somos relevantes para a coletividade.

O Conselho Federal de Odontologia é o grande regente de toda esta representação. E os Conselhos Regionais seus braços regionais.

A possibilidade de se adequar o CFO é, então, um momento que deve ser objetivo da atenção de todos CDs atuantes na MO-OH.

As áreas mais consolidadas da Odontologia como a prótese dentária, a dentística restauradora e a endodontia, por exemplo, contam com o apoio destas instituições, mas, por serem mais difundidas e reconhecidas por todos como atividades do CD, não prescindem das entidades para sua divulgação e aceitação geral. E, principalmente, não concorrem com outras classes profissionais por espaço interprofissional.

As áreas da Medicina Oral (estomatologia, pacientes especiais, dor orofacial, periodontia “médica”, odontogeriatria, analgesia inalatória e patologia oral, entre outras) e a sua atuação hospitalar são, hoje, as que mais necessitam de uma representação forte, atuante e que se posicione claramente frente às outras classes e órgãos governamentais (e.g. MEC e Ministério da Saúde). Pois ainda são áreas novas da Odontologia e que estão procurando seu espaço, além de sofrerem, muitas vezes, de falta de divulgação e concorrência interprofissional.

Para isso fiquem atentos às escolhas dos delegados eleitores para o novo CFO, deêm suas sugestões e acompanhem a atividade de seus representantes.

O CFO e os CROs devem ser parceiros e andar juntos para a construção da MO-OH. O momento atual é relevante também pela urgência em referendarmos as exigências mínimas (via ANEO) para atuação na Odontologia Hospitalar (objetivo de 18 entre as 18 comissões oficiais dos CROs, já existentes). Este local de atuação parece sofrer uma disputa normatizadora entre CFO, MEC, Ministério da Saúde e ainda uma forte influência até mesmo de entidades da Medicina.

A possibilidade de se adequar o CFO é, então, um momento que deve ser objetivo da atenção de todos CDs atuantes na MO-OH. Para isso fiquem atentos às escolhas dos delegados eleitores para o novo CFO, deêm suas sugestões e acompanhem a atividade de seus representantes (mais informações podem ser obtidas em http://novocfo.com.br/).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *