O que é Medicina Oral

O conceito de Medicina Oral vem dos anos 1920-30, quando foi recomendado o seu ensino nos EUA e publicado o primeiro livro de Lester Burket, editado continuamente até os dias atuais, pela Academia Americana de Medicina Oral, criada logo após, em 1946.

De lá para cá a Odontologia mundial vem adquirindo, por necessidades clínica, cirúrgica e fisiopatológica, maior conteúdo e conhecimento médico, sem o qual fica impraticável o seu pleno exercício.

No Brasil ainda não ocorreu esta mudança de paradigma na Odontologia clínica. Apesar de esforços da profissão com a criação de modelos médicos na cirurgia bucomaxilofacial a formação odontológica oficial, incluindo as pós-graduações, em sua maioria ainda é feita em faculdades isoladas do contexto médico e hospitalar.

O cirurgião dentista brasileiro ainda é formado para se isolar, tomar decisões por si, criar conceitos de tratamentos onde a boca é desconectada da situação sistêmica, subvalorizando as áreas da farmacologia, microbiologia, fisiologia e patologia, entre outras, pois só as cursa parcialmente, ou não as cursa, como é o caso da clínica médica. Isto faz com que se torne complicado a sua inserção dentro de um contexto médico-hospitalar, pois há uma grande defasagem de base que precisaria ser suprida nas pós-graduações.

Com a recriação moderna das residências em Odontologia clínica no ambiente hospitalar (hospitais antigos já a praticavam no Rio de Janeiro) o cenário começa a mudar. O cirurgião dentista está sendo apresentado ao contexto multidisciplinar mais complexo, e mostrando o quão é capaz de se inserir e trazer vantagens aos pacientes e demais profissionais da saúde. Porém, por ter que suprir uma falha curricular da graduação precisa de muito esforço para se sentir inteiramente a vontade neste segmento, afinal poucos serviços estão bem organizados ou possuem preceptores de qualidade na Odontologia clínica hospitalar atual.

As pós-graduações atuais da Odontologia clínica (reconhecidas pelo CFO) não se aplicam a este modelo. Nenhuma delas é plena em fornecer informações e vivência na alta complexidade e junto aos pacientes gravemente enfermos. Fornecem partes de conhecimentos que devem ser agregados para que o CD tenha total eficiência, já que seria impossível a existência de todos estes especialistas na maioria dos hospitais brasileiros.

Assim, os conhecimentos básicos da estomatologia, periodontia, dor orofacial, odontogeriatria, da odontologia para pacientes especiais, da odontopediatria, da CTBMF e da analgesia inalatória, entre outras, deve ser oferecido aos cirurgiões dentistas clínicos para que consigam se adequar à alta complexidade. E esta é a proposta da Medicina Oral.

Medicina Oral é uma mudança de conceito, de paradigma, de ideias. É a Odontologia mostrando que deve atuar como um dos segmentos da Medicina, afinal, como os médicos, o CD pleno interna pacientes, prescreve drogas diversas em todas as vias, atende pacientes críticos, realiza procedimentos invasivos de alto risco, atua em centros cirúrgicos, emite diagnósticos e laudos clínicos, anatomopatológicos e imagenológicos, age com base em decisões de grupo e em evidências, além de outras atividades “exclusivas” destas duas profissões.

O conceito da Medicina Oral deve incomodar diversos segmentos por ser novo, mas não é incorreto, não denigre a profissão, nem pretende invadir a área da Medicina, já que obedece a legislação da criação da Odontologia. Sofre de preconceitos vazios de conteúdo por quem não quer o crescimento da profissão, tem medo ou age por interesse próprio, na medida que não entende que várias especialidades da Odontologia ensinam pedaços de conceitos que são insuficientes para que um CD pleno seja autosuficiente no ambiente hospitalar e junto a pacientes graves extra-hospitalares.

A Medicina Oral é para pessoas de ampla visão, de mente aberta, estudiosos, inteligentes, de alta capacidade de integração em grupos multidisciplinares, conectados com o que se faz em nível internacional e sem preconceitos. Medicina Oral é a Odontologia mostrando a sua força de união, de aglutinação dos interesses comuns para conquistar seu espaço e sua merecida valorização profissional. Medicina Oral é a Odontologia se organizando para não depender de entidades da Medicina para organizar cursos e eventos, ou para adquirir visibilidade junto aos meios médicos.

Medicina Oral não é invasão da Medicina, não é desvalorização da Odontologia nem de qualquer de suas especialidades, não é a abertura da atuação bucal para os médicos. Quem pensa assim não conhece legislação, nem a base do conceito acadêmico de “Uni”versidade.

A inclusão do conceito e da denominação da Medicina Oral na realidade brasileira é plenamente possível, legal e justa.

A dúvida é: O Brasil está preparado?

O que é Medicina Oral

Foi publicado comentário no Portal sobre a denominação “Medicina Oral”. Pela relevância do autor e do texto é publicado abaixo o seu conteúdo.

Em primeiro lugar o termo norteamericano “Medicina Oral” é o que já corresponde á especialidade ja existente no Brasil chamada Estomatologia. Na criação da mesma lo termo Medicina foi rejeitado para não se confrontar e confundir-se com a Medicina, a outra e mais conhecida profissão de saúde, registrada em seu Conselho próprio. Como há muitos anos ensinei, na atual Estomalogia Clínica, Atendimento odontológico de pacientes com problemas . sistêmicos, estou à disposição e gostaria de participar das discussões.

Prof. Livre Docente Jayro Guimarães Junior.

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Como estamos em fase de definição da denominação das comissões que pretendem auxiliar os conselhos na regulação da atuação junto aos pacientes gravemente enfermos, faz-se necessária esta discussão prévia.

Este post, assim, poderá ser utilizado para concentrar os debates.

Preparativos para o II Encontro das Comissões

Em encontro realizado a convite do presidente do CROMS, Dr. Francisco Carlos Grilo e da Dra. Juliana Setti, presidente da Comissão de Odontologia Hospitalar do CROMS, foi debatida a participação da Comissão de Ensino do CFO no II Encontro das Comissões no Rio de Janeiro.

Estiveram também presentes a Dra. Regina Rafaelle, da Comissão do CROMS, o Dr. Paulo Pimentel, da Comissão do Rio de Janeiro e os conselheiros do CFO, Dr. Emanuel Dias de Oliveira e Silva e Dr. Rubens Côrte Real de Carvalho.

Na oportunidade foi explanada a posição do CFO de apoio ao movimento de criação das comissões e a compreensão da necessidade de se normatizar e regular esta atuação.

Foi exposta ainda a situação de indefinição quanto aos profissionais titulados por residências reconhecidas pelo MEC e MS, que ainda não possuem certificados de especialistas pelo CFO.

Finalmente foi sugerida a elaboração de um documento direcionado ao CFO, como resultado do II Encontro das Comissões, para fornecer argumentos que favoreçam a aprovação oficial da capacitação dos profissionais da Odontologia para atuação junto aos pacientes gravemente enfermos.

Nefrologia e Periodontia

Fonte: http://www.revistasobrape.com.br/arquivos/marco_2011/artigo11.pdf

RESUMO

A doença periodontal (DP) e a doença renal crônica (DRC) apresentam vários fatores em comum, os quais tanto são fatores de predisposição e/ou agravamento da DP quanto são causa, progressão, comorbidade/mortalidade ou risco de agravamento da DRC, principalmente no que tange à inflamação.

Os estudos que correlacionam ambas as doenças são escassos, contraditórios, com metodologia variada, e a grande maioria refere-se especificamente à relação da DP com a DRC em terapia renal de substituição (TRS) de hemodiálise (HD).

Os trabalhos relacionados à DP e DRC nas suas fases de progressão e em TRS de diálise peritoneal não elucidam, de forma suficiente, a possível relação ou não entre as duas doenças.

Apesar desta limitação, parece haver uma viabilidade de correlação positiva ente ambas as doenças, em uma relação bilateral de causa-efeito, além de maior prevalência e severidade da DP na TRS em HD, que em diálise peritoneal, tendendo a diminuir sucessivamente em pacientes pré-diálise.

Este artigo apresenta uma revisão da literatura discutindo a possível relação entre a DP e a DRC em suas fases de progressão e na TRS em hemodiálise e diálise peritoneal.

Preparativos para o II Encontro das Comissões

ATA da REUNIÃO da Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral (COH-MO ∕ CRORJ) e do Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro (GMOH-RJ) ∕ SETEMBRO de 2012

 

Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro (CRORJ)

Sede principal – Centro do Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2012

 

Em virtude da ausência do Prof. Paulo Moreira, a reunião seguiu diretamente para a organização e debates sobre o II ENCONTRO DAS COMISSÕES DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR, a ser realizado em 05 de outubro.

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Foram discutidas e votadas as propostas da COH-MO do CRORJ e GMOH-RJ sobre as decisões a serem tomadas no II Encontro das Comissões de Odontologia Hospitalar, em 05 de outubro, aqui no CRORJ.

1ª Votação: Sobre a possibilidade de participação de interessados gerais no encontro (não indicados pelos seus respectivos CRO para ter direito a exposição oral e voto).

- Unanimemente foi favorável a abertura da participação geral.

Observação: Foi proposta a elaboração de uma lista de inscrição pelo CRORJ para favorecer acomodação geral no auditório e organização do espaço necessário.

2ª Votação: Definição e aprovação das regras para as exposições orais e votações no Encontro.

- Unanimemente foi favorável a que somente os representantes oficiais dos CRO e CFO terão direito a exposição oral (1 por conselho) e apenas os representantes dos CRO terão direito a voto (1 por cada conselho).

Observações:

a) O tempo da exposição oral de cada representante deverá ser dividido pelo tempo de exposição disponível para cada tópico.

b) As votações obedecerão o critério de propostas vencedoras para aquelas que obtiverem a maioria absoluta dos votos oficiais.

c) No caso do nome proposto das Comissões será realizada votação em 2 turnos se não houver maioria absoluta em primeira votação, sendo as duas propostas mais votadas consideradas para nova apreciação no segundo turno.

d) Deverá ser composta, por consenso geral, uma mesa com 3 pessoas para condução dos trabalhos (para controle do tempo de exposição, contagem de votos, registro em ata, etc.), que será composta por presidente, secretário e mesário, sendo que só o presidente se manifestará.

3ª Votação: Escolha de nome das Comissões.

- Proposta unanimemente aprovada pelo COH-MO do CRORJ e GMOH-RJ:

Serão aceitas as propostas de denominações de todos os representantes oficiais. Em primeira votação todas serão apreciadas e, não havendo maioria absoluta, haverá um segundo turno para as duas mais votadas. A vencedora será a que obtiver maioria absoluta.

Observação: Foi realizada uma votação conforme a planilha abaixo, com a concordância de todos presentes. Cada voto foi “defendido” e duas propostas foram para o 2º turno.

Nomes propostos

1º turno (nº de votos)

2º turno (nº de votos)

ODONTOLOGIA HOSPITALAR E DOMICILIAR

4

ODONTOLOGIA HOSPITALAR E MEDICINA ORAL

6

11

MEDICINA ORAL E ODONTOLOGIA HOSPITALAR

ODONTOLOGIA HOSPITALAR

MEDICINA ORAL

5

7

MEDICINA BUCAL

ODONTOLOGIA SISTÊMICA

1

MEDICINA ORAL E ODONTOLOGIA HOSPITALAR E DOMICILIAR

2

 

- Assim sendo o nome da Comissão proposto pela maioria do Grupo do RJ, presente à reunião foi: ODONTOLOGIA HOSPITALAR E MEDICINA ORAL. Esta será então a proposta do Rio de Janeiro.

4ª Votação: Definição da estrutura administrativa, objetivos, função e composição das Comissões.

Unanimemente foram aprovadas as seguintes sugestões:

A) Estrutura administrativa e composição:

- Fica a critério de cada conselho o número de membros nas Comissões.

- Seus membros serão indicados pelo presidente do CRO dentre os cirurgiões dentistas inscritos.

B) Objetivos e funções:

- Assessorar a diretoria do CRO, sobre os assuntos pertinentes a atuação do cirurgião dentista e profissionais auxiliares, em alta complexidade e frente a pacientes graves, intra ou extra-hospitalares.

- Fomentar a participação de cirurgiões dentistas e profissionais auxiliares interessados, entidades da Odontologia e entidades de outras áreas da saúde para proposição de ações e parcerias.

- Gerenciar os encontros periódicos da Comissão com os profissionais interessados no tema.

- Estimular a discussão e implantação de protocolos odontológicos em alta complexidade e junto às pacientes graves, intra ou extra-hospitalares, no serviço público e privado e também nos meios acadêmicos.

- Colaborar com gestores da saúde pública e privada na elaboração de rol de procedimentos, valores de remuneração e demais medidas que facilitem a inserção do cirurgião dentista e profissionais auxiliares em alta complexidade e junto às pacientes graves, intra ou extra-hospitalares.

- Assessorar na criação e implantação de cursos de formação de profissionais da Odontologia, cirurgiões dentistas e auxiliares, em alta complexidade e junto aos pacientes graves, intra ou extra-hospitalares.

- Participar das reuniões e encontros com entidades da Odontologia, de outras áreas da saúde e com as demais Comissões.

5ª Votação: Escolha do formato de pós-graduação ideal para a atuação do cirurgião dentista na alta complexidade junto aos pacientes graves, intra ou extra-hospitalares a ser apresentado ao CFO e apreciado em regime de urgência.

Unanimemente foram aprovadas as seguintes sugestões:

A) Tipo de pós-graduação:

- Inicialmente por prazo determinado uma habilitação. Após um prazo de tempo, ainda a ser definido, é proposta a formação de cirurgiões dentistas somente por residência.

B) Detalhamento da pós-graduação:

- Itens como regras de acesso, locais do curso, qualificação do hospital, qualificação do corpo docente, número de alunos por turma, conteúdo programático e avaliação de aprovação, entre outros, deverão ser definidos em encontros posteriores ou em ANEO.

C) Abrangência da formação:

- A pós-graduação deverá ser de ampla abrangência incluindo o atendimento intra ou extra-hospitalar do paciente gravemente enfermo. No ambiente hospitalar deverá incluir o atendimento nos centros de tratamento intensivo, enfermarias, ambulatório, centro cirúrgico e emergência. E deverá ainda incluir o atendimento aos pacientes domiciliares com estado de saúde gravemente comprometido.

D) Carga horária total do curso de pós-graduação:

- Foram sugeridos 4 modelos para serem colocados em votação na reunião do dia 05 de outubro, sendo o mínimo de 360 horas, e também 480 horas, 540 horas e o máximo de 600 horas.

6ª Votação: Definição de normas para o reconhecimento dos profissionais, cirurgiões dentistas e auxiliares, já atuantes na área (sem necessidade de cursar a pós-graduação).

Unanimemente foram aprovadas as seguintes sugestões:

- Reconhecimento dos cirurgiões dentistas e profissionais auxiliares já atuantes na área com comprovação.

- Que as regras para o reconhecimento sejam reguladas pelo CFO.

7ª Votação: Definição de representação oficial das Comissões junto ao CFO.

Unanimemente foram aprovadas as seguintes sugestões:

- As Comissões dos CRO deverão ter uma representação nacional e formal no Conselho Federal de Odontologia, cabendo ao CFO a criação desta representação que contemple os interesses e necessidades das Comissões estaduais dos CRO.

- Futuramente deverá ser elaborada formação adequada para o profissional auxiliar, sem experiência comprovada, ser habilitado a atuar neste segmento.

 

Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do RJ

Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRORJ

Criado o Grupo técnico de OH do Estado de SP

Fonte:ftp://ftp.saude.sp.gov.br/ftpsessp/bibliote/informe_eletronico/2012/iels.jun.12/Iels122/E_R-SS-70_280612.pdf

Diário Oficial Poder Executivo – Estado de São Paulo Seção I

Nº 121 DOE de 29/06/12 –Seção 1 p. 40

GABINETE DO SECRETÁRIO

Resolução SS nº 70, de 28-6-2012

Dispõe sobre a instituição de Grupo Técnico de Trabalho de Odontologia Hospitalar.

O Secretario de Estado da Saúde, considerando:

A necessidade de implementar o Programa de Odontologia Hospitalar e, o previsto no artigo 5º da Resolução SS-08, de 24-01-2012, que instituiu o Comitê Estadual de Referência em Saúde Bucal, visando o aprimoramento das ações em saúde bucal, com foco na integralidade da atenção.

Resolve:

Artigo 1º – Constituir o Grupo Técnico de Trabalho de Odontologia Hospitalar, com o objetivo de:

a. Desenvolver condutas clínicas odontológicas dentro de cada especialidade médica;

b. Estabelecer o perfil do cirurgião dentista necessário para integrar o Programa;

c. Estabelecer o papel deste profissional e sua atuação em âmbito hospitalar;

d. Capacitar profissionais para atuação nos hospitais;

e. Estabelecer indicadores para mensurar resultados do serviço.

Artigo 2º – O Grupo Técnico de Trabalho de Odontologia Hospitalar a que se reporta o “caput” do

Artigo 1º será composto pelos membros abaixo indicados, sob a Coordenação do primeiro:

1. Carlos de Paula Eduardo – RG: 3300292 – Professor Titular da Faculdade de Odontologia da USP de São Paulo.

2. Letícia Mello Bezinelli – RG: 324757177 – Cirurgiã-Dentista Fundação Faculdade de Medicina – Odontologia Hospitalar Secretaria de Estado da Saúde SES/SP.

3. Fernanda de Paula Eduardo – RG: 271693952 – Cirurgiã- Dentista Fundação Faculdade Medicina – Odontologia Hospitalar Secretaria de Estado da Saúde SES/SP.

4. Maria Fernanda de Montezuma Tricoli – RG: 18337980 – Coordenadora da Área Técnica de Saúde Bucal – Secretaria de Estado da Saúde SES/SP.

5. Luciana Correa – RG: 20564902 – Professora da Disciplina de Patologia Geral da Faculdade de Odontologia da USP de São Paulo.

6. Maria Paula Siqueira de Melo Peres – RG: 136757455 – Diretora da Divisão de Odontologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas (HC-FMUSP).

7. Marina Helena Cury Gallottini – RG: 142322039 – Professora Titular da Disciplina de Patologia Bucal Faculdade de Odontologia USP de São Paulo.

8. Itamara Lucia Itagiba Neves – RG 8601158 – Cirurgiã- Dentista Assistente da Unidade de Odontologia do Instituto do Coração (InCor) do HC-FMUSP.

9. Luiz Alberto Valente Soares Junior – RG: 075924332 – Cirurgião-Dentista da Divisão de Odontologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas (HC-FMUSP) e Coordenador de Odontologia para pacientes especiais do AME Barradas.

10. Paulo Sérgio da Silva Santos – RG: 1136258 – Professor Doutor do Departamento de Estomatologia da Faculdade de Odontologia de Bauru- FOB – USP – Bauru.

11. Leandro Dorigan de Macedo – RG: 280156170 – Cirurgião- Dentista do Serviço de Estomatologia do Hospital das Clinicas de Ribeirão Preto-USP e Cirurgião-Dentista do Hemocentro de Ribeirão Preto.

12. Tatiane Cristina Ferrari – RG: 292761818 – Cirurgiã- Dentista do Serviço de Estomatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto-USP e Ciurgiã-Dentista do Hemocentro de Ribeirão Preto.

13. Alexandra Mussolino de Queiroz – RG: 16238815 – Professora do Departamento de Clínica Infantil, Odontologia Preventiva e Social da FORP-USP-Ribeirão Preto.

14. Roberta Sevá Pereira de Oliveira – RG: 218193014 – Supervisora do Serviço de Odontologia do Hospital de Clínicas da UNICAMP.

15. Maria Elvira Pizzigatti Corrêa – RG: 9249083 – Professora do curso de Pós Graduação de Estomatopatologia da Faculdade de Odontologia da UNICAMP e Responsável pelo Ambulatório de Odontologia do Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemocentro da Unicamp).

16. Claudia Maria Navarro – RG: 17977015 – Professora Assistente Doutora do Departamento de Diagnóstico e Cirurgia da Faculdade de Odontologia de Araraquara – UNESP.

17. Walmyr Mello – RG: 354917055 – Representante do Conselho Regional de Odontologia – SP.

18. Maria Lucia Varelis – RG: 9496884 – Representante do Conselho Regional de Odontologia-SP.

Artigo 3º – O Grupo Técnico de Trabalho de Odontologia Hospitalar se reunirá, ordinariamente ou por convocação da Coordenação, a qualquer momento, quando necessário.

Artigo 4º – A Coordenação do Grupo de Trabalho, ora instituído, deverá apresentar relatórios de atividades trimestrais, ao Secretário de Estado da Saúde.

Artigo 5º – Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Secretario de Estado da Saúde

Giovanni Guido Cerri

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Comentário do editor do Portal: A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo dá novo exemplo de atuação consciente e madura ao instalar um grupo técnico de OH onde diversos profissionais de diferentes áreas odontológicas são convidados.

Fruto da constatação que não há gestores de saúde pública (em geral ligados à área da saúde coletiva não hospitalar) preparados para lidar com a alta complexidade em seus diversos segmentos.

Que o exemplo se espalhe pelos demais estados.

(*) bom saber também que o CROSP indicou dois CDs para o grupo.