Livro eletrônico de Medicina Oral Crispian Scully

Apesar de não ser uma área reconhecida no Brasil, a Medicina Oral é uma referência mundial nas áreas da Estomatologia, Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais e Dor Orofacial, especialmente quando há necessidade de parcerias entre a Odontologia e a Medicina para o atendimento de pacientes complexos ou com manifestações orais de doenças sistêmicas.

Além disso, é a disciplina internacionalmente relacionada à atuação odontológica clínica em ambiente hospitalar.

O livro eletrônico do Prof. Scully se junta aos grandes livros dos Professores Little, Greenberg, Santos & Valente, Silverman, Sonis entre outros.

Mais informações em https://www.iba.com.br/livro-digital-ebook/Medicina-Oral-e-Maxilofacial-e74f70f441e2a4913d8bd18a1bf75d20.

4 respostas para “Livro eletrônico de Medicina Oral Crispian Scully”

  1. Todos estes nomes são autores clássicos e há dezenas de anos estudados e adotados pelos praticantes de uma especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia. Chama-se Estomatologia. Não sei o que falta para isto ser reconhecido, pois é a insofismável verdade.

  2. Não há dúvida que a Estomatologia tem enorme importância no contexto da Medicina Oral, tanto na média complexidade quanto na Odontologia Hospitalar.

  3. O que não consigo entender, e você diz que não concordamos, é o que está sempre escrito. Para mim há uma clara distorção dos fatos. Copio o que escrevestes: “Apesar de não ser uma área reconhecida no Brasil, a Medicina Oral, etc.” Ao contrário do se pensa apoio a idéia do CD trabalhar em hospitais, desde que esteja preparado para isto, mas não aprovo a forma como as coisas estão sendo conduzidas. Não adianta responder-me que a Estomatologia tem importância. Disto sei muitíssimo bem. O que não concordo e se falar em livros clássicos de Estomatologia (na língua inglesa Oral Medicine) e “esquecer” que a especialidade já existe. Sabe de uma coisa? Assim não dá. Vou cuidar da Estomatologia e da presença do CD em hospitais e não mais discutirei aqui o assunto.

  4. Prezado Dr. Jayro, não me tome como um estraga prazeres, sádico ou qualquer adjetivo pejorativo devido às opiniões deste Portal quanto a sua especialidade.
    Eu respeito muito a Estomatologia, e inclusive indico vários dos alunos que tenho e tive para cursarem esta importante especialidade. Cito o caso de duas ex-alunas que recentemente cursaram a especialidade por forte influência minha, “ajudando” uma excelente pós-graduação aqui do RJ que, infelizmente, estava sem alunos até elas se inscreverem.
    Sempre que solicitado divulgo cursos e atividades de colegas estomatologistas, tanto aqui no Portal quanto em palestras que faço pelo Brasil.
    E nunca me canso de explicar, com a mesma paciência que tenho aqui contigo, que não existe Odontologia Hospitalar sem o conhecimento da Estomatologia. Faço isso porque alguns (poucos e desinformados) colegas da OPNE, da Odontogeriatria, da Periodontia e até da CTBMF têm o desagradável hábito de enxergar que apenas suas áreas de atuação são “essenciais”.
    Isto sem falar em pseudoformações para atuação odontológica em CTI que têm sido divulgadas recentemente valorizando apenas a descontaminação oral – uma tarefa que pode ser delegada a profissionais auxiliares – e chamando isso de Odontologia Hospitalar.
    Já que em seu comentário é citado o CFO, posso lhe recomendar também uma consulta às atribuições dos especialistas no site do CFO (consolidações) onde poderá ver que à OPNE, e não à Estomatologia cabe a atuação hospitalar clínica em pacientes sistemicamente comprometidos (não que eu concorde com isto, mas é assim que lá está escrito).
    No mesmo site vê-se que a Odontogeriatria, a Periodontia, a Odontopediatria, a CTBMF e até a DTM – DOF possuem atribuições muito semelhantes às da Estomatologia, porém com maior grau de especificidade e profundidade em determinadas situações, não sendo possível desconsiderá-las para enaltecer a sua especialidade.
    Lhe recomendo ainda a leitura das recomendações da Associação Dentária Americana (ADA) e Associação Americana de Medicina Oral (AAOM), recentemente publicadas aqui no portal, para que se informe melhor sobre as atribuições da MO de lá, e das rígidas condições exigidas para a criação de uma residência (com 2 anos de duração, vivência hospitalar, conhecimento de Medicina Interna, etc, etc e etc). Se informe sobre a necessidade de cursar uma residência para que haja possibilidade de vivência plena, sem a qual fica impossível a atuação integral na Medicina Oral.
    Imagino que era este o objetivo inicial da Estomatologia brasileira nos anos 1990, quando foi criada, mas não foi o que ocorreu com o tempo, afinal não se exigiu uma residência para exercê-la (é possível ser especialista com 600 hora de aula e cursos modulares mensais, por exemplo), não se condicionou a vivência hospitalar para a obtenção do título (há cursos em clínicas odontológicas apenas) e, consequentemente, não houve como experimentar todos os conhecimentos recomendados nos EUA à Medicina Oral, o que redundou na criação das outras especialidades que a fragmentaram aqui no Brasil, e.g. OPNE, Odontogeriatria e DTM-DOF.
    Fragmentaram e a enfraqueceram a ponto de exigir dos Ministérios da Educação e Saúde uma tomada de decisão em favor das residências multiprofissionais para a atuação hospitalar, o que, isto sim, fere profundamente o orgulho profissional e institucional de toda profissão, e não apenas da Estomatologia.
    Prezado colega, fique certo que não tenho qualquer preconceito contra a Estomatologia, e que é o objetivo deste portal divulgá-la e aumentar seu conhecimento para o público geral e CDs. Acho até que deveria ser este o nome de nossa profissão.
    Mas, não posso ferir a lógica dos fatos e subverter a verdade em benefício de uns, quando isto seria injusto, errôneo e politicamente incorreto com os demais especialistas e alunos egressos das residências em Odontologia Hospitalar e multiprofissionais, todos eles aptos para a atuação em segmentos da Medicina Oral.
    Esta é a opinião do Portal da Medicina Oral, fique a vontade para continuar esta discussão ou não, conforme preferir.
    Estarei sempre à disposição.

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