Editora Elsevier no CIOSP

 

A Elsevier, principal editora na área de Medicina Oral no mundo (vide Triple O, Evidence Based Dentistry e Manejo Odontológico de Pacientes Sistemicamente Comprometidos, do Prof. Little), aposta em modernidade e atualização para o CIOSP 2013. Obras de renomados especialistas serão lançadas no evento:

LANÇAMENTOS ELSEVIER NO CIOSP 2013

- Terapias atuais em cirurgia bucomaxilofacial (7ª edição), de Husain Ali Khan, R. Bryan Bell e Shahrokh C. Bagheri.

A obra aborda subespecialidades e tratamentos cirúrgicos baseados em evidências, incluindo as cirurgias oral, reconstrutiva, de trauma, ortognática, pediátrica e plástica.

- Sedação na Odontologia (5ª edição), de Stanley F Malamed.

A nova edição da obra clássica relata os conceitos e técnicas de controle de dor e ansiedade dos pacientes e traz informações para a especialização em sedação. O conteúdo abrange as sedações oral, retal, intramuscular, inalatória, intravenosa, anestesiologia, aspectos médico-legais, complicações e pacientes especiais.

- Patologia oral – correlações clínico- patológicas (6ª edição), de Joseph Regezi, James Sciubba e Richard Jordan,

O livro traz 958 ilustrações para ajudar o graduando a identificar casos reais e elementos patológicos. A nova edição tem imagens de tomografia digital, seção expandida sobre etiologia, diagnóstico e tratamento do câncer bucal e a relação dos bisfosfonatos com a osteonecrose da mandíbula.

O Portal da Medicina Oral indica todas elas.

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Programa de capacitação para enfermeiros ajuda na redução da PAV

Estudo realizado com enfermeiros em uma UTI espanhola de 16 leitos avaliou o impacto das sessões de treinamento sobre o conhecimento dos enfermeiros sobre a pneumonia associada à ventilação (PAV), sobre a adesão à realização de medidas preventivas, sobre a incidência de PAV e se a carga de trabalho da enfermagem afeta a adesão aos protocolos.

Questionários avaliaram o conhecimento dos enfermeiros sobre as medidas de prevenção de PAV antes e após a capacitação, constatando a evolução da equipe de enfermagem ao fim da atividade, que durou oito sessões.

Medidas que foram mais influenciadas positivamente pela capacitação:

1- uso do tubo nasogástrico o menor possível;

2- aspiração controlada de secreções subglóticas;

3- pressão adequada do balonete do tubo endotraqueal;

4- uso de clorexidina oral*;

5- registro do número do tubo de fixação endotraqueal.

No estudo a incidência de PAV permaneceu inalterada, mas uma tendência para uma menor incidência tardia (4 dias após a intubação) de PAV foi observada (4,6 versus 3,1 dias de episódios/1000 dias de ventilação, p = 0,37).

Algumas inferências sobre a higiene oral e o uso de clorexidina mostram como ela é afetada pela sobrecarga de trabalho para a equipe de enfermagem.

Vale a pena a leitura do artigo completo. Veja aqui.

(*) Grifado do autor do Post

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Cursos de Aperfeiçoamento em Odontologia Hospitalar

Apesar de não ser uma especialidade reconhecida pelo CFO, a Odontologia Hospitalar virou uma verdadeira febre.

Mesmo que para a atuação neste ambiente o cirurgião dentista tenha que se adequar e se capacitar, visto que a maioria absoluta das faculdades brasileiras ainda não proporciona esta formação, e nem há a obrigatoriedade desta vivência nos cursos de pós-graduação do CFO.

Os recentes avanços nos processos legislativos também têm contribuído para o crescimento do interesse dos colegas, ávidos de informações. Além disso há um reconhecimento geral de que na capacitação para a atuação hospitalar o CD acaba se tornando um profissional mais bem preparado para as vicissitudes da vida clínica no consultório.

Outro motivo é a animadora possibilidade de abertura de novos campos de trabalho, porém há notícias de que em SP a secretaria de saúde irá priorizar os especialistas em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais reconhecidos pelo CFO.

Seguem abaixo mais alguns dos cursos que estão sendo oferecidos pelo país para a OH:

http://unisite.com.br/Geral/34019/Hospital-Sao-Francisco-sediara-curso-de-Odontologia-Intensiva-da-SOBRATI.xhtml

http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=104341:hospital-santa-catarina-abre-vagas-para-curso-de-odontologia-hospitalar-com-enfase-em-oncologia-e-uti&catid=47:cat-saude&Itemid=328

Aprimoramento em Estomatologia do Hospital Heliópolis e II SIMPÓSIO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR HH

http://www.funbeo.com.br/do/Curso_view_aperfeicoamento/128/aperfeicoamento_em_odontologia_hospitalar

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Niterói e Campo Grande promulgam leis para Odontologia Hospitalar

Os dois municípios, um capital estadual do Mato Grosso do Sul, e o outro, ex-capital do estado do Rio de Janeiro, publicaram leis que ajudam na entrada do cirurgião-dentista nos hospitais.

Em Niterói a lei nº 3.004/2013 originada do PL nº 132/2012 do vereador Rodrigo Flach Farah deverá entrar em vigor em junho de 2013. Veja a lei completa aqui. Notem que ela abrange a presença do cirurgião dentista em todo o hospital e também nas UTIs.

Em Campo Grande, foi assinada a lei complementar nº 5.184/12, de autoria dos vereadores Mario César e Paulo Siufi, que dispõe sobre a obrigatoriedade da presença de profissionais de odontologia nas UTIs. A lei deverá entrar em vigor em março de 2013. No caso de Campo Grande a lei privilegiou a atuação odontológica em UTIs, veja em: http://www.camara.ms.gov.br/?secao=noticia&id=170366.

Segundo sempre noticiamos neste portal, a presença do CD em hospitais idealmente deve abranger sua atuação ampla em todos os setores conforme exista demanda para supervisão, capacitação, emissão de pareceres ou realização de procedimentos da alçada deste profissional. Esta pode se dar em qualquer setor hospitalar, desde ambulatório, emergência, enfermaria, CTI ou centro cirúrgico.

A saúde bucal já deve ser privilegiada no acolhimento dos pacientes nos hospitais, onde as equipes de enfermagem precisam de capacitação para realizar os exames de triagem que incluam esta avaliação. Neste momento já pode haver a necessidade de atuação do CD.

Pacientes em leitos também poderão demandar a ação odontológica, até mesmo porque podem ser transferidos para as UTIs por piora em seus quadros. Assim, o preparo bucal pode se iniciar nas enfermarias abertas, onde há melhor condição de atendimento ou mesmo a possibilidade de transferência para o ambulatório ou centros cirurgicos, facilitando a ergonomia e utilização de aparelhos e instrumentais mais apropriados.

A despeito disso, é preciso considerar que a capacidade de compreensão dos nossos políticos sobre toda esta demanda técnica torna sua adesão a causa da Odontologia Hospitalar mais complicada. Por este motivo as lideranças da Odontologia consideraram mais simples o apelo do CD nas UTIs. Mas que isso não seja um fator limitador da atuação odontológica hospitalar advinda das iniciativas legislativas.

Parabéns às câmaras municipais de Niterói e Campo Grande.

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Treinamento em Hospital no RJ

Nos dias 24/01 e 31/01 próximos será ministrado treinamento no Hospital Eduardo Rabello em Campo Grande (um bairro da zona oeste do Rio de Janeiro).
O HER é voltado para o cuidado aos idodos.
O tema é “Treinamento em Odontologia na Unidade Intermediaria: desafios e possibilidades”
E será apresentado pela Profa. Isabela Castro, C.D., mestre em Odontopediatria, e que atua também nas áreas de Sedação Inalatória, Laserterapia, Odontologia Hospitalar, Domiciliar e Pacientes Especiais.
Mais informações sobre a professora no seu site: odontologiaespecial.blogspot.com.

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Códigos profissionais da Odontologia e da Medicina

Em análise comparativa o Prof. Allan Ulisses, companheiro da Comissão de Odontologia Hospitalar do CRO-SE, traz a tona a sugestão de equiparar algumas normas, já que ambas profissões estão sujeitas a direitos e deveres muito semelhantes.

Veja o artigo completo em: http://www.scielo.cl/pdf/abioeth/v18n2/art14.pdf

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Os códigos de ética profissional são normas jurídicas (resoluções de autarquias federais) elaboradas pelos membros das mais diversas categorias de trabalhadores com o intuito de orientar a condutas desses profissionais no que diz respeito à ética na relação com os pacientes, com seus pares e com a sociedade.

O objetivo deste estudo foi realizar uma análise comparativa entre os Códigos de Ética Odontológica e Médica.

Observou-se que as diferenças entre estes documentos deontológicos surgem muito mais em virtude das particularidades de cada profissão do que por abordagens distintas frente a problemas similares.

Concluiu-se que os Códigos de Ética Odontológica e Médica apresentam muito mais pontos em comum do que diferenças, mas seria interessante que os Conselhos de classe ao propor atualizações e modificações dos seus atuais códigos observassem o que as outras profissões da saúde contemplam em suas normas deontológicas…

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