Pesquisa sobre causa da Odontalgia Atípica

Você já teve algum paciente manifestando dores após tratamentos endodônticos, exodontias, instalação de implantes ou cirurgias periodontais sem que nenhuma explicação lógica fosse encontrada?

Casos como este podem estar relacionados a alterações em estruturas nervosas, periféricas ou centrais, que prolongam o tempo de dor a despeito da cicatrização local, na mucosa ou dentro do osso alveolar, ter se dado sem qualquer problema.

O estudo das vias nervosas condutoras do estímulo de dor pode trazer uma nova perspectiva na compreensão da Odontalgia Atípica, tão desagradável para o paciente e mesmo para o profissional, que, em geral, fica bastante desconfortável e sem justificativas para a situação.

A pesquisa está sendo realizada no Hospital Universitário Antônio Pedro, da UFF, na Unidade de Pesquisas Clínicas da Pós-Graduação em Neurociências, prédio da emergência – 4º andar (Niterói). O Coordenador da pesquisa é o Prof. Dr. Osvaldo Nascimento e será utilizada para minha tese de doutorado.

Os pacientes podem ser encaminhados para a avaliação médico-odontológica gratuita e, após comprovação do diagnóstico, serão realizados novos exames específicos da função neurocerebral. A pesquisa é aprovada pelo comitê de ética médica da Universidade.

Contatos para marcação de horários: (21) 7213-9156

Email: paulopimentel@medicinaoral.com.br

Para mais informações sobre a Odontalgia Atípica veja as referências abaixo:

http://www.dor.org.br/revistador/Dor/2006/volume_7/n%C3%BAmero_1/pdf/729_a734_Sbed.pdf

http://www.aaom.com/patients/atypical-odontalgia/

http://www.hindawi.com/journals/ijd/2012/518548/

Ministério da Saúde propõe parceria

Garantia de qualidade no atendimento odontológico

A Coordenação de Saúde Bucal do Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Odontologia vão promover reunião com os coordenadores estaduais de saúde bucal.

O objetivo é identificar os anseios de cada estado e contribuir para melhoria do atendimento odontológico oferecido.

A pparceria foi acertada durante reunião do Coordenador Nacional de Saúde Bucal, Dr.Gilberto Pucca, com o presidente do Conselho Federal de Odontologia.

Como ponto de partida, o CFO vai disponibilizar informações ao Ministério sobre a importância da saúde bucal para pacientes oncológicos, principalmente os que recebem radioterapia.

Fonte: http://cfo.org.br/destaques/trabalho-unificado-garante-qualidade-no-atendimento-odontologico/

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Comentário do Portal da Medicina Oral

Em reunião marcada para 05 de abril próximo com o CFO, representantes das Comissões de Odontologia Hospitalar dos CROs debaterão os rumos da Odontologia Hospitalar no Brasil.

E a reformulação do conceito de Odontologia para os pacientes em alta complexidade sistemicamente comprometidos.

É importante se falar a mesma língua em todas as instâncias.

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Atualidades em Síndrome de Sjögren

Este ano programei nova ida ao encontro da AAOM em San Antonio, no Texas. Farei a apresentação de um poster sobre o 1º Polo de DTM e Dor Orofacial na rede municipal de saúde do Rio de Janeiro, onde atendemos eu e a Dra. Laira Soares.

Dentre as atividades do encontro selecionei uma que valerá a pena assistir.

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Another highlight of this year’s Annual Meeting will be the Sjögren’s Syndrome Update on Thursday, April 25, presented by Dr. Troy Daniels, of the University of California – San Francisco.

Sjögren’s syndrome (SS) was assigned its first diagnostic criteria in 1965, followed by 11 more in subsequent years, several of which continue to be used to identify patients for individual treatment, clinical trials or research studies. Given recent advances in knowledge of autoimmune diseases and new systemic treatment being developed for their treatment, classification criteria to select participants for clinical trials or other research studies on SS must now focus on its autoimmune nature and be as disease-specific as possible.

Between 2003 and 2013 a large international SS cohort registry was funded by the NIH including nine collaborating sites in seven countries and called the Sjögren’s International Collaborative Clinical Alliance (SICCA). The SICCA project protocols supported:

1) uniform multidisciplinary evaluation and specimen collection from each of 3,500 participants;
2) creation of an extensive data and specimen bank to support future research; and
3) development of a new, simplified and focused classification criteria for SS, recently approved and adopted by the American College of Rheumatology.

Dr. Daniels’ presentation will outline development of the new SS classification criteria based on association analyses of oral and ocular symptoms, salivary flow rates, salivary gland biopsy diagnoses, serology and ocular testing, against the phenotypic features of SS. Genome wide association analyses of DNA from the SICCA data bank, giving us new insight into the autoimmune nature of SS and its components, will also be presented.

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Simpósio de Odontologia Hospitalar no XXI CIORJ

Anote já em sua agenda !!!

Simpósio: Resoluções práticas em Odontologia Hospitalar
Coordenadores: Héliton Spindola Antunes e Paulo Moreira
Data: 11 de Julho
Hora:09h00 – 17h30
Sala: 201C

O que o dentista precisa saber sobre o atendimento hospitalar ao paciente em uso de anticoagulante e antiagregadorplaquetário.

Palestrante: Eduardo Bergan / Moderador: HélitonSpíndola Antunes

Verdades e mitos sobre o uso de anestésicos com vasoconstrictores em pacientes cardiopatas.

Palestrante: Águida Miranda / Moderador: Paulo Moreira

Preparo odontológico para o paciente com indicação de cirurgia cardíaca.

Palestrante: Dr. Paulo Moreira / Moderador: Diva Cláudia

Apresentação de casos clínicos / Moderadora: Eloísa França de Assumpção

1- Cirurgia de dente incluso em paciente hemofílico – Wellington Cavalcante
2- Exodontia múltipla em paciente em uso de bisfosfonato com indicação de transplante de célula-tronco hematopoética – Mariana Rampini
3- Atendimento ao paciente com Alzheimer sob sedação venosa – Almir Oliva

Cirurgia odontológica em terapia intensiva.

Palestrante: Frederico Buhaten / Moderador: Wellington Cavalcante

Diagnóstico das manifestações orais de doenças sistêmicas

Palestrante: Luiz Carlos Moreira / Moderador: Almir Oliva

Cuidados e Riscos no tratamento odontológico do paciente com intubação orotraqueal.

Palestrante: Elizangela Pimentel / Moderador: Marcia Hirata

Como realizar restaurações de emergência em pacientes hospitalizados?

Palestrante:Ana Maria Antonelli / Moderador: Paulo Pimentel

Odontologia hospitalar: qualificação do setor público.

Palestrante: Leila Sena / Moderador: Jorge Pinto

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Hálito pode ajudar no diagnóstico do câncer

Fonte: Editoria de Saúde da BBC

Um exame de hálito simples e rápido pode diagnosticar um câncer no estômago, segundo um estudo realizado por cientistas israelenses e chineses.

Em um levantamento com 130 pacientes, os pesquisadores descobriram que o exame tinha 90% de precisão no diagnóstico e na diferenciação do câncer de outros problemas do estômago.

O novo teste tenta detectar perfis químicos no hálito que são característicos de pacientes com câncer no estômago.

A revista especializada British Journal of Cancer afirmou que o exame pode revolucionar e acelerar a forma como o câncer é diagnosticado.

Atualmente, o diagnóstico da doença pode ser feito por meio de uma endoscopia. No procedimento, o médico insere um cabo flexível pela boca do paciente, que acoplado a uma microcâmera, permite a visualização do aparelho digestivo.

Kits e cães

Os pesquisadores descobriram que o câncer no estômago possui uma espécie de marca, uma característica específica: compostos orgânicos voláteis, que emitem um cheiro e podem ser detectados usando um kit médico ou talvez até cães farejadores.

A técnica usada no exame não é nova, muitos pesquisadores estão trabalhando na possibilidade de exames de hálito para diagnosticar vários tipos de câncer, incluindo o de pulmão.

O trabalho do professor Hossam Haick, do Instituto de Tecnologia de Israel, analisou 130 pacientes em situações diferentes: 37 deles tinham câncer de estômago, 32 tinham úlceras e 61 tinham outros problemas de estômago.

Além de assegurar, com precisão, a diferença entre todos os problemas em 90% das vezes, o exame do hálito também conseguiu apontar em quais casos o câncer estava nos estágios iniciais e em quais estava em fases mais avançadas.

Agora, as equipes israelense e chinesa estão fazendo um estudo maior, envolvendo mais pacientes, para corroborar os resultados dos primeiros testes. Para Kate Law, diretora de pesquisa clínica da ONG britânica Cancer Research UK, os resultados da pesquisa são “promissores”.

“Apenas uma em cada cinco pessoas consegue uma cirurgia como parte do tratamento, pois a maioria dos casos de câncer no estômago são diagnosticados em fases que são avançadas demais para uma cirurgia”, afirmou.

“Qualquer exame que ajude a diagnosticar cânceres de estômago mais cedo vai fazer diferença na sobrevivência de longo prazo do paciente”, acrescentou.

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Novo livro de Odontogeriatria

PRESS RELEASE ENVIADO POR REPRESENTANTE DA EDITORA ELSEVIER

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Especialistas propõem uma nova forma de tratamento odontológico aos idosos. O tratamento odontológico deve ser multidisciplinar e contar com a atuação conjunta de farmacêuticos, psicólogos e nutricionistas, por exemplo. Segundo Fernando Luiz Brunetti Montenegro, a falta de saliva, principal problema bucal dos idosos, é um efeito colateral do consumo contínuo de remédios.


As propostas foram publicadas no livro Odontogeriatria – uma visão gerontológica (1ª edição), de Fernando Luiz Brunetti Montenegro e Leonardo Marchini, lançado no dia 5 de março, pela editora Elsevier.

A obra apresenta tratamentos de pacientes com Alzheimer, Parkinson, câncer, doenças cardiovasculares e com AVCs; e aborda a questão do atendimento nas unidades de terapia intensiva e em domicilio (home care).

Sobre os autores:

Fernando Luiz Brunetti Montenegro – Mestre e Doutor pela FOUSP; coordenador do Curso de Especialização em Odontogeriatria da Associação Brasileira de Odontologia

Leonardo Marchini – Mestre pela UNESP e Doutor pelo ICB-USP; professor assistente da Universidade de Taubaté (UNITAU) e professor responsável por oclusão da Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP)

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