Consultórios dentários portugueses avaliados sobre emergências médicas

Quase um terço das 788 clínicas e consultórios de medicina dentária, estomatologia e odontologia que se submeteram voluntariamente a avaliação pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS) não cumprem os requisitos que permitem garantir um “elevado grau de segurança” aos doentes. Não obtiveram por isso a estrela necessária para passarem a uma segunda fase de avaliação de qualidade.

(…)

Em nota, a ERS prefere destacar  “a constatação de elevados níveis de qualidade entre os participantes” e a “significativa adesão”. A reguladora nota que 60,5% dos estabelecimentos conseguiram obter a estrela necessária em todas as dimensões analisadas – além da “segurança do doente”, foram estudadas a  “organização e procedimentos” e a “adequação e conforto das instalações” –  para passar à segunda fase da avaliação. Esta funciona em dois níveis: no primeiro são analisados parâmetros mínimos de qualidade e pontos críticos e apenas os que cumprirem recebem uma estrela; os que passam à segunda fase são ordenados por níveis de qualidade  (do I ao III, que é o máximo).

No total das clínicas e consultórios que conseguiram saltar a barreira e passar à segunda fase, 24,4% obtiveram o nível máximo (III).

Na dimensão da “segurança do doente”, explica-se que apenas se aferiu da existência, ou não, de procedimentos que assegurem “um elevado grau de segurança”, como a protecção radiológica dos doentes, anestesia e equipamento de emergência, entre outros. Nesta fase inicial, não foi contabilizada a ocorrência de eventos adversos, sublinha a ERS.

Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/um-terco-das-clinicas-dentarias-avaliadas-nao-garantem-elevado-grau-de-seguranca-1604350

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