A Fábrica Nacional de Monstros fechou…

Na última quarta-feira, durante o Encontro Mensal do Grupo de Estudo dos Tumores de Cabeça e Pescoço, em evento do Grupo COI, foi realizada a atividade que teve como tema  “O Estado da Arte na Reconstrução Mandibular em Oncologia”. Um dos objetivos, como sugere o titulo do post, foi decretar a falência desta nada memorável fábrica (*).

A primeira palestra, apresentada pelo Dr. Terence Farias (INCA), “Prototipagem de Mandíbula: Como fazer”, mostrou as vantagens financeiras e cirúrgicas da reconstrução mandibular utilizando estas novas tecnologias.

Logo após o Dr. Ricardo Cruz (INTO) abordou as “Estratégias na Reconstrução Mandibular: da Placa ao Transplante”, onde enalteceu a multidisciplinaridade na recuperação estética e funcional.

Finalmente o Prof. Dr. Ivo Pitanguy (Santa Casa de Misericórdia RJ), presidente da mesa, e demais debatedores, Prof. Dr. Dov Goldenberg (Presidente ABCCMF / HC-USP / A.C. Camargo-SP), Dr. Edmar Lessa (Cirurgia Craniomaxilofacial INTO / CTAC), Dr. Mário Galvão (Microcirurgia Reconstrutora – INCA), Dr. Paulo Roberto de Albuquerque Leal (Presidente SBCP-RJ / UERJ) e Dr. Tomaz Nassif (Microcirurgia Reconstrutora – HFSE), finalizaram o encontro atestando o fechamento, sem direito a recuperação, da famigerada fábrica.

Além deste blogueiro, algumas presenças ilustres testemunharam o lançamento da última pá de cal. Conselheiros Drs. Afonso Rocha, Roberto Prado e Francisco Juliano do CRO-RJ. Colegas da Odontologia Hospitalar, Héliton Spíndola, Elza Ferreira e João Giraldes. E também Jacob Kligerman, Marco Aurélio Bruno, Márcia Bruno, Alexander Hohn, entre outros.

(*) só para esclarecimento, a Fábrica Nacional de Monstros (FNM) era a pejorativa denominação do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do INCA, que desde o início das reconstruções por prototipagem perdeu sua depreciativa alcunha, para a felicidade dos pacientes.

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