Atualização em DTM e dor orofacial na ABORJ

OBJETIVO

Proporcionar ao aluno o reconhecimento dos principais fatores relacionados à origem e permanência das dores orofaciais complexas e disfunções têmporomandibulares, assim como as possibilidades terapêuticas mais atuais, vivência clínica e atuação interdisciplinar.

PROGRAMA BÁSICO

  • O diagnóstico na clínica de DTM e Dor Orofacial
  • Farmacoterapia para Dor Orofacial (incluindo uso da toxina botulínica)
  • Compreensão dos mecanismos da dor
  • Controle do bruxismo
  • Controle do ronco e apneia do sono
  • Tratamento clínico e reabilitação física das DTMs e Dores Orofaciais

PÚBLICO ALVO

Profissionais

Estudantes

Outras áreas:

Cirurgiões dentistas

Último período do curso de graduação

Fisioterapeutas e Fonoaudiólogos

COORDENAÇÃO

Paulo A. Pimentel Jr.

  • Especialista e Mestre – Dor Orofacial e DTM (CFO), Patologia Bucal (UFF)
  • Staff do Serviço de Cirurgia Oral e Maxilofacial do HFSE

PROFESSORES

Laira Soares – Especialista e Mestre em DTM / DOF (SLM)

Marcia Magacho

Total: 220 horas

Duração: 13 de março a 18 de dezembro de 2014

Horários: quintas-feiras de 13:30 às 18:30

MAIS INFORMAÇÕES

Centro de Aperfeiçoamento Profissional da ABORJ – 2504-0002 r: 214/218

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ABERTURA DO CURSO – WORKSHOP SOBRE BIOFEEDBACK

Data e horário: 13 de março de 2014, das 09 às 17hs

Local: ABORJ – Rio Comprido, RJ

Parte teórica: História, uso geral e a aplicação racional em Odontologia.

Prática: Uso em paciente selecionado do Serviço de DTM e Dor Orofacial da ABORJ.

(*) gratuito e restrito aos alunos e colaboradores do Curso de DTM e Dor Orofacial da ABORJ

Ácido tranexâmico, o Neymar da Hemostasia Oral

É a cara do Neymar...

É a cara do Neymar...

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Hemorragias bucais são situações sérias e desagradáveis para dentistas e pacientes. Um importante auxiliar na obtenção da hemostasia (ou controle do sangramento) é o ácido tranexâmico (nomes comerciais, transamin e hemoblock). Desenvolvido nos anos 1960, atua na estabilização do coágulo, dificultando a ação da lisina, que é abundante na saliva humana.

Cirurgiões dentistas devem conhecer bem este verdadeiro craque do controle das hemorragias, pois atua no local ou por via sistêmica. Veja o texto disponível no portal do ministério da saúde sobre suas indicações. Sua utilização pode, por exemplo, ajudar na viabilização de procedimentos cirúrgicos em pacientes com restrição de retirada de anticoagulantes.

É importante lembrar que não se deve abdicar de uma boa anamnese e exames laboratoriais para prevenção de causas sistêmicas das hemorragias. Da mesma forma, uma técnica cirúrgica bem realizada será extremamente útil e muitas vezes pode evitar a necessidade do uso dos antifibrinolíticos como o ácido tranexâmico ou seus similares.

Vejam ainda artigo sobre o uso do AT, intravenoso no controle de hemorragias em cirurgias ortognáticas.