Acreditação chega à Odontologia. ou: Há poucas justificativas que tornem a Odontologia uma área diferente de qualquer outra especialidade médica

Fonte: http://www.segs.com.br/seguros/27784-clinica-odontologica-omint-recebe-selo-de-qualidade-da-jci-accreditation.html

A Omint deu um passo decisivo para a expansão de suas operações no segmento de odontologia. A companhia acaba de conquistar o principal selo de qualidade internacional de saúde, a JCI Acreditation, para a clínica odontológica do grupo, a primeira do gênero a receber a certificação no ocidente. No Brasil, grandes hospitais como Albert Einstein, Sírio Libanês e Oswaldo Cruz contam com a certificação.

A Clínica é uma das mais sofisticadas do país, com um time de especialistas em todas as áreas da odontologia e equipamentos de última geração. São 19 consultórios distribuídos em duas unidades de operação, uma instalada na sede da Omint na região da Av. Cidade Jardim e a outra na Av. Berrini, ambas na capital paulista. O centro que atende tanto associados como pacientes particulares, faz cerca de 6 mil atendimentos ao mês.
A acreditação conquistada pela Omint é concedida pela Joint Commission International (JCI), a mais importante e tradicional instituição global dedicada à melhoria das condições de qualidade e segurança das empresas prestadoras de serviço na área da saúde, fundada em 1951 nos Estados Unidos.
De acordo com o diretor da Clínica Omint, o dentista Marcelo Jacob, foram dois anos de preparação para obtenção da certificação, envolvendo formalização de processos, estruturação de protocolos, treinamento de funcionários e o aprimoramento das práticas de higiene e segurança.
“Nossos parâmetros de segurança atingiram um nível de complexidade inédito no mercado brasileiro”, diz Jacob. “Também criamos processos que garantem a qualidade e o acolhimento do paciente, com padrões semelhantes aos dos melhores hospitais do Brasil”, comenta o gestor.
Para conquistar a acreditação, a Omint fez toda a padronização da prestação de serviços, estabeleceu programas de controle rigorosos de processos e procedimentos, e definiu indicadores para avaliar continuamente sua eficiência.
Case de sucesso (leia mais, no link acima, sobre a importância da acreditação)…

ANEO 2014 em São Paulo – O que esperar dela?

Eleições são eventos únicos. Os partidos e candidatos se preparam por 4 anos para serem postos a prova. O país inteiro acompanha e a valoriza, sendo seus feitos, resultados e consequências narrados como lendas por gerações.

A ANEO, Assembleia Nacional de Especialidades Odontológicas, repete-se após 12 anos. Naturalmente vai gerar também muitas expectativas, afinal novos conhecimentos e habilidades foram estudados e serão apresentados como um produto visando sua regulamentação, seja como especialidade ou habilitação. Como nas prévias eleitorais partidárias, as ANEOs regionais já definiram suas propostas e caberá a um plenário nacional a decisão sobre quais serão ou não validadas.

Mas, não será este o propósito único. Muitas decisões sobre o formato de pós-graduações já existentes vão ser tomadas. Ampliação ou diminuição de cargas horárias, titulação dos professores, fusão de especialidades, exigência de residência, modificação das atribuições e mudanças de nomes são algumas dentre as várias ideias a serem avaliadas.

No Rio de Janeiro, duas propostas, uma da Sociedade Brasileira de Ortodontia e outra da Comissão de Odontologia Hospitalar propõem algo de diferente neste panorama, onde predomina uma visão de criação de especialidades e habilitações. Nestas propostas o que se pede é o fortalecimento das especialidades. A SBO, de uma forma sutil, questiona a qualidade das especializações e sugere ao CFO uma prova de especialidade para a obtenção do certificado de especialista. A COH-RJ já pede, além da prova, a chancela de uma sociedade de especialistas para o reconhecimento deste título.

Para o engrandecimento de uma profissão é preciso que, além de uma instituição central forte para sua regulação geral, tenhamos sociedades ou associações em áreas de conhecimento chaves para que suas atividades seja divulgadas e reconhecidas pela sociedade em geral. No modelo atual especialidades são criadas e nem sempre florescem, como foi mostrado na ANEO regional por palestrantes indicadas pelo próprio CFO.

Um exemplo recente da importância destas associações foi dado pela Sociedade de DTM e Dor Orofacial – SBDOF, onde uma publicação inadequada do Ministério da Saúde foi prontamente refutada e tirada do ar. A SOBEP também está sendo exemplar ao se posicionar a favor da Odontologia Hospitalar criando uma comissão interna para deliberar sobre o tema.

O portal da Medicina Oral é claramente a favor do fortalecimento das especialidades odontológicas brasileiras através da descentralização das certificações dos especialistas e delegação de atribuições mais objetivas às sociedades odontológicas. É também contra a criação de novas especialidades e habilitações sem que estas sejam submetidas a um crivo mais direto por estas sociedades de especialistas, afinal, um plenário tão heterogêneo não consegue se posicionar adequadamente sobre questões específicas.

Apesar do CFO ter indicado especialistas em educação e pós-graduações para palestrar antes das ANEOs regionais sobre a situação, nem sempre favorável, das especialidades criadas em 2002, sabemos o quanto interesses diversos ainda contribuem para uma pressão de criação de novas especialidades, mesmo que essas representem perdas para especialidades já consolidadas. Chega-se ao ponto de vermos que a uma delas, a Ortopedia dos Maxilares, já é proposta a fusão com a Ortodontia, de onde nunca deveria ter saído.

A questão da composição do plenário que julgará sobre a pertinência, ou não, das novas propostas também é motivo de preocupação em vista da possibilidade, publicada em edital, da indicação, pelo CFO (assim como o fizeram os CROs regionais), de pessoas sem qualquer vínculo a entidades oficiais para terem direito a voz e voto (ver artigo 27, item XXV). Este portal entende que esses indicados deveriam ser textualmente nominados para que se conheçam suas origens, histórico acadêmico e institucional, afinal estarão decidindo o futuro de muitas especialidades e da própria profissão.

Que esta Eleição, assim como a ANEO, de tantas expectativas e dedicação prévias, sejam ganhas por todos e que sejam jogadas com transparência, respeito e probidade.

Sol Silverman, 1926-2014

Muito agradeço a quem tornou a Medicina Oral uma ciência mais próxima do cotidiano do CD, através de suas palestras e do seu excelente livro.

Nos últimos encontros da AAOP ele se sentava no fundo e pouco se manifestava mas, sempre presente, não saía nunca antes do último dia.

Mais uma lenda que se vai.

RIP, Sol Silverman.

Atualização em DTM e dor orofacial na ABORJ

OBJETIVO

Proporcionar ao aluno o reconhecimento dos principais fatores relacionados à origem e permanência das dores orofaciais complexas e disfunções têmporomandibulares, assim como as possibilidades terapêuticas mais atuais, vivência clínica e atuação interdisciplinar.

PROGRAMA BÁSICO

  • O diagnóstico na clínica de DTM e Dor Orofacial
  • Farmacoterapia para Dor Orofacial (incluindo uso da toxina botulínica)
  • Compreensão dos mecanismos da dor
  • Controle do bruxismo
  • Controle do ronco e apneia do sono
  • Tratamento clínico e reabilitação física das DTMs e Dores Orofaciais

PÚBLICO ALVO

Profissionais

Estudantes

Outras áreas:

Cirurgiões dentistas

Último período do curso de graduação

Fisioterapeutas e Fonoaudiólogos

COORDENAÇÃO

Paulo A. Pimentel Jr.

  • Especialista e Mestre – Dor Orofacial e DTM (CFO), Patologia Bucal (UFF)
  • Staff do Serviço de Cirurgia Oral e Maxilofacial do HFSE

PROFESSORES

Laira Soares – Especialista e Mestre em DTM / DOF (SLM)

Marcia Magacho

Total: 220 horas

Duração: 13 de março a 18 de dezembro de 2014

Horários: quintas-feiras de 13:30 às 18:30

MAIS INFORMAÇÕES

Centro de Aperfeiçoamento Profissional da ABORJ – 2504-0002 r: 214/218

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ABERTURA DO CURSO – WORKSHOP SOBRE BIOFEEDBACK

Data e horário: 13 de março de 2014, das 09 às 17hs

Local: ABORJ – Rio Comprido, RJ

Parte teórica: História, uso geral e a aplicação racional em Odontologia.

Prática: Uso em paciente selecionado do Serviço de DTM e Dor Orofacial da ABORJ.

(*) gratuito e restrito aos alunos e colaboradores do Curso de DTM e Dor Orofacial da ABORJ

A história da Odontologia Hospitalar no Brasil – Dr. Paulo Martins – MG

A Odontologia brasileira galgou um caminho na última metade do século XX que foi determinante para haver a mudança da mentalidade no profissional atuante em ambiente hospitalar.

Nas complexas situações vividas pelos pacientes em condições críticas várias das condutas comumente utilizadas nos consultórios tradicionais não mais se aplicavam.

Isto fez com que houvesse uma aproximação destes dentistas com os profissionais das outras áreas da saúde possibilitando troca de informações e provocando consequente aumento do plano de visão do CD hospitalar.

Alguns baluartes desta mudança de paradigma não se expõem muito e dificultam seu devido reconhecimento nos textos mais modernos.
Assim, o Portal da Medicina Oral pretende mostrar aos novos que os ganhos obtidos hoje se devem, em muito, aos que batalharam, no passado, para colocar a Odontologia em seu devido local de destaque no contexto da preservação integral da saúde.

No 1º Encontro de Odontologia das Comissões de Odontologia Hospitalar ocorrido em Minas Gerais tivemos a oportunidade de conhecer mais um desses gigantes, o CD e Médico Paulo Fernando Martins, também pai da organizadora do Encontro e presidente da Comissão de OH do CROMG, Dra. Maria Thereza Martins.

A seguir a entrevista concedida pelo Dr. Paulo Martins ao Portal da Medicina Oral:

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PMO: Prezado Dr. Paulo, conte um pouco a sua história de atendimento hospitalar. Como começou, como foi o início do trabalho no HEMOMINAS? Quais as dificuldades iniciais? Quando se tornou chefe do serviço e por quanto tempo exerceu a função?

Dr. Paulo Martins: Os primeiros serviços de odontologia hospitalar em Belo Horizonte, Minas Gerais, começaram no final da década de 70 e início da década de 80. O atendimento odontológico aos hemofílicos iniciou-se em 1975, no Hospital Felício Rocho, com limitações e muitas dificuldades. Os pacientes eram atendidos para tratamento cirúrgico e urgências (sangramentos, abscessos, extrações, etc.) sob o regime de anestesia geral. Não se fazia atendimento na área clínica, dessa forma havia uma enorme lacuna na assistência integral destes pacientes.
Em 1980, como o INAMPS não honrou com seus compromissos financeiros com o Hospital Felício Rocho – não arcando com as despesas para tratamento odontológico dos hemofílicos – criou-se um verdadeiro caos para os hemofílicos que passaram a ser atendidos no Rio de Janeiro ou em São Paulo, o que obrigou o superintendente do INAMPS, o Dr. José Luiz de Vasconcelos Barros, a instituir o serviço de Odontologia em um hospital do INAMPS, o hospital Alberto Cavalcanti. Porém houve muita resistência da diretoria deste hospital, que na época fez de tudo para que a Odontologia não fosse instalada.
Em junho de 82 foi estabelecido um convênio entre o Ministério da Saúde e o Governo de Minas, representado pela FHEMIG (Fundação Hospitalar de MG) e a UFMG. Assim, criaram o HEMOCENTRO de Minas Gerais, a fim de desenvolver um programa nacional de sangue (PROSANGUE). Em 1985 foi inaugurado o HEMOMINAS com a finalidade de dar suporte aos 250 pacientes hemofílicos cadastrados no hospital Alberto Cavalcanti.
Nesta oportunidade, por já ser uma referência na área de Odontologia Hospitalar, recebi o convite para assumir a coordenação do serviço, estabelecer a organização e a criação de protocolos clínicos para otimizar o atendimento odontológico especializado aos hemofílicos. Também houve a inclusão de mais dois dentistas clínicos na equipe e a ampliação da assistência odontológica. A partir de então atuei como coordenador da área cirúrgica do serviço de Odontologia do HEMOMINAS, função que exerço até hoje.

PMO: Quais eram as doenças mais frequentes nos pacientes atendidos e quais as dificuldades mais comuns durante o atendimento em centro cirúrgico?

Dr. Paulo Martins: Mesmo após assumir a chefia odontológica no HEMOMINAS as dificuldades continuaram, principalmente na área cirúrgica devido à falta de fatores de coagulação, de hemostáticos locais e da cola de fibrina – produto inovador que, nesta época estava sendo lançado no mundo. As doenças hereditárias mais comuns, atendidas pela odontologia no HEMOMINAS, são a hemofilia A e B, a doença de von Willebrand, as trombastenias (Glasmann) e as deficiências de fator V e VII.
As dificuldades mais comuns no centro cirúrgico normalmente eram associadas à intubação realizada (oro-traqueal) o que dificultava o trabalho de pessoal despreparado (auxiliar de enfermagem, circulantes, enfermeiras e do próprio anestesista) sem falar que não havia equipo no bloco, motores, etc…

PMO: Havia algum serviço na época que realizava trabalho semelhante? Quem o inspirou e serviu de referência para a implantação do serviço?

Dr. Paulo Martins: Em 1975 não havia nenhum serviço em Belo Horizonte como referência de atendimento odontológico aos hemofílicos. Eu, como médico e dentista do Hospital Felício Rocho, e com a experiência acumulada nestes anos todos, passei a ampliar os atendimentos para outros casos da Hematologia também no HEMOMINAS, como anemias falciformes, leucemias e púrpuras trombocitopênicas. Gostaria aqui de fazer uma homenagem ao nosso chefe do serviço de Hematologia e Hemoterapia do Hospital Felício Rocho, grande incentivador e motivo de inspiração, Dr. Romeu Ibraim de Carvalho (ainda atuante).

PMO: Que mensagem o senhor deixa para os dentistas que querem se dedicar ao atendimento hospitalar.

Dr. Paulo Martins: Fazer prevenção sempre em todos os níveis, documentar o que puder e se possível publicar, se organizar em associações, lutar para reconhecimento na sociedade e mobilizar a classe.

XII Jornada Acadêmica de Odontologia Universo

Atendendo solicitação do Cirurgião Dentista Igor Iuco Castro-Silva, Professor da Faculdade de Odontologia da UNIVERSO, segue abaixo divulgação da jornada acadêmica.
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Encontra-se aberta na plataforma eletrônica da Revista de Trabalhos Acadêmicos da UNIVERSO (RETA) a submissão online de resumos científicos de trabalhos a serem apresentados na XII Jornada Acadêmica Odontologia da UNIVERSO, a ser realizada nos dias 10 e 11 de setembro de 2012 no campus Niterói (Rua Marechal Deodoro, 263 – Centro – Niterói – RJ).
A participação é aberta aos alunos de graduação em Odontologia e profissionais da área. Faça o seu cadastro de autor e submeta o seu trabalho na modalidade “RESUMO”.
Após a avaliação pela comissão científica, os trabalhos aprovados, com confirmação do pagamento da taxa de inscrição e apresentados oralmente na forma de pôster à banca julgadora durante o evento, serão publicados na Revista RETA – Suplemento 1 de 2012 (ISSN 2179 1584).

Planos de saúde continuam a descumprir a lei

Fonte: Site do CRO da Bahia

Planos de saúde e laboratórios continuam recusando exames solicitados por cirurgiões-dentistas

Em frontal descumprimento aos dispositivos da Lei 5.081/66 e da Súmula ANS nº 11/07 alguns Planos e Operadoras bem como alguns Laboratórios de Análises Clínicas e Clínicas de Imagem insistem em continuar recusando requisições/solicitações de exames complementares laboratoriais e por imagem de interesse dos pacientes para que o profissional Cirurgião-dentista possa seguramente atuar nos seus pacientes. Este despautério da recusa fere, transige e interfere plenamente nos intereses e na AUTONOMIA, BENEFICÊNCIA e NÃO MALEFICÊNCIA tanto dos profissionais Cirurgiões-dentistas quanto dos pacientes e de toda a sociedade em geral.
Além de constranger moralmente a atuação destes importantes profissionais da Grande Área da Saúde, o porquê, desde já, manifesta este Conselho Regional de Odontologia da Bahia, em defesa da Sociedade e da Classe, sua prerrogativa, como Autarquia Federal que é, de tudo fazer pelos seus jurisdicionados e pela coletividade para satisfazer e salvaguardar a JUSTIÇA e EQUIDADE, e, a SEGURANÇA daqueles que lidam com a saúde bucal e sistêmica do ser humano.

Casos de recusa de Planos com relação aos procedimentos solicitados por Cirurgião-dentista:

1° – No dia 18/06/2012, foi solicitado exame hematológico de rotina a um paciente que recorreu ao seu plano de saúde SULAMÉRICA para realizá-lo, ao chegar no laboratório LEME situado na Av Araújo Pinho, 490, CanelaSalvador – BA, o paciente foi informado que esse plano não aceita solicitação de qualquer exame vindo de CDs, a não ser que tenha a especialização em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, fato que contraria a nossa legislação como CDs, o Cirurgião Bucomaxilofacial não difere em nada de qualquer especialidade odontológica, logo não deve ter previlégio, o CD é que deve ser respeitado… O mesmo laboratório informou que alguns planos aceitam solicitações de dentistas e que todos os exames podem ser realizados caso sejam particulares.

2° – Um colega ao solicitar p/ uma paciente uma tomografia Cone Beam para realização de implantes foi surpreendido quando foi informado que o plano de saúde BRADESCO não aceita de CDs a solicitação deste exame de imagem, a clínica orientou o paciente a procurar um médico que supostamente seria o único habilitado a solicitar este exame… Ratifica-se o impedimento em solicitar um exame que por direito somos habilitados a fazer e interpretar e que não está sendo respeitado. Obs: o a paciente procurou um médico, ele solicitou e o exame foi realizado. Absurdo!

3° – Colega solicitou um sumário de urina a um laboratório em Salvador que se negou a realizar tal procedimento para um dentista. A alegação: “o que um dentista quer com sumário de urina?”. O colega instruído levou resolução do CFO mais da ANS e disse que se a amostra dele não fosse aceita procuraria meios judiciais, no ato a amostra foi aceita para análise. Salienta-se que segundo o colega o laboratório aceitou tal amostra mais por medo de um processo civil do que respeito ou conhecimento que nossa profissão está habilitada a solicitar exames laboratoriais.