Medicina Oral, um movimento mundial

Segue abaixo, matéria divulgada no grupo da Odontologia Hospitalar.

O resumo conta sobre a necessidade de se adequar aos novos tempos e se estimular as parcerias com a Medicina, na Alemanha, Austria e Suíça.

Achei que ficou faltando, no escopo citado, o atendimento do paciente comprometido, a prevenção aos problemas médicos e a própria Odontologia Hospitalar.

Mas é preciso ler o artigo para saber a ideia completa de como é vista a Medicina Oral por estes autores (o problema é que o texto é em alemão, alguém pode ajudar…).

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Oral medicine : A specialty placed between medicine and dentistry

A M Schmidt-Westhausen, M M Bornstein

Oralmedizin, zahnärztliche Röntgenologie und Chirurgie, CharitéCentrum für Zahn-, Mund und Kieferheilkunde, Charité Universitätsmedizin Berlin, Assmannshauser Str. 4-6, 14197, Berlin, Deutschland, .

Abstract

Oral medicine is a dental specialty that bridges the traditional areas of health between dentistry and medicine. International descriptions reflect this and oral medicine is defined as “the dental speciality placed at the interface between medicine and dentistry and is concerned with the diagnosis and management of (non-dental) pathology affecting the oral and maxillofacial region.” Oral medicine specialists provide clinical care to patients with a wide variety of orofacial conditions, including oral mucosal diseases, orofacial pain syndromes, salivary gland disorders, and oral manifestations of systemic diseases. There is a growing need to implement this specialty globally: due to the rapid progress in both medicine and dentistry, and to the growing percentage of senior citizens in many countries, the adequate diagnosis and treatment of oral diseases will become even more complex in the future. In this article, the authors’ intention is to point out that oral medicine is neither a recognized specialty nor a distinct field of study in Germany, Austria, or Switzerland; thus, the need for postgraduate training in this field in countries where oral medicine is not a specialization is emphasized.

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A Odontologia está sendo vilipendiada

E a Medicina Oral, como área da Odontologia, também sofre com o processo desgastante que algumas operadoras de saúde exercem sobre os profissionais.

É hora de um basta.

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Atualidades em bruxismo infantil

Se há algo que dá prazer em compartilhar ideias é encontrar alguém que fale a mesma língua.

A Profa. Juliana é uma dessas dentistas que não se contentaram com o beabá da dor orofacial e foi buscar na Neurociência as explicações que a Odontologia não possuía, ou seja, bebeu da fonte da Medicina Oral.

O Portal da Medicina Oral pediu e ela autorizou a republicação desta excelente resenha sobre o bruxismo infantil.

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Se há um tema que adoro é bruxismo. Se há um tema que detesto é bruxismo na infância. Vai entender… Confesso que tenho até certa preguiça em conversar sobre isso. Mas diante de tanta informação desencontrada na internet e em palestras que assisti, acho que o tema merece uma abordagem aqui pelo blog.

A começar que quando verifico o que se escreve ou fala sobre bruxismo na infância, percebo que o uso da classificação do bruxismo é ainda menor. Já escrevi aqui, já falei em algumas palestras existem tipos diferentes de bruxismo! A abordagem dos pacientes difere conforme o tipo apresentado!

Pouco se sabe sobre bruxismo na infância e acho que realmente é difícil abordar estes pacientes. A maioria das pesquisas, por exemplo, utilizam como método de diagnóstico os questionários, muitas vezes com os pais, o que não deixa de ser um viés importante, por exemplo, pelos aspectos emocionais e afetivos da relação pai e filho que podem influenciar e muito nas respostas.

(Antes que vocês pensem sobre as verminoses/parasitoses e sua relação com o bruxismo, peço que leiam esta outra postagem que escrevi. Continuo com a mesma opinião, e a última pesquisa publicada sobre o assunto, veio da Índia o que reforçou a minha opinião. E não vamos mais falar disso até que nos provem o contrário!  Leiam aqui.)

Busquei algumas informações no capítulo Sleep Bruxism in Children dos autores Huynh e Cuillminault no livro Sleep Medicine for Dentist: a pratical overview para ilustrar esta postagem:

  • Baseado no relato de ranger de dentes, o bruxismo do sono é mais comum na infância (14 a 38%) do que na idade adulta (±8%)
  • A probabilidade da criança ranger ou apertar os dentes é 1.8 vezes maior se os pais estiverem conscientes dos sinais e sintomas de bruxismo
  • A probabilidade do relato de bruxismo aumenta 3.6 vezes se a criança apresenta algum distúrbio psicológico, 1.7 vezes maior se babar (isso mesmo, acho que tem relação com a respiração bucal, o que faz sentido) e 1.6 vezes se for sonâmbula.
  • Crianças com bruxismo tem 16 vezes (!) mais chances de serem ansiosos.
  • Crianças com TDHA – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade que recebem tratamento com medicações estimulantes do Sistema Nervoso Central (SNC) apresentam prevalência maior de bruxismo (o que pode ter relação com o papel dos neurotransmissores em bruxismo, ainda não estudado em crianças). Os autores enfatizam que neste caso o bruxismo seria secundário!
  • Os fatores genéticos merecem ser mais estudados. Se um dos pais relatam apresentar bruxismo, a criança tem 1.8 vezes mais chance de ser também bruxista (vou culpar minha mãe agora pelo bruxismo e também migrânea herdados!).

Pouquíssimos estudos foram realizados com polisonografia em crianças no intuito de estudar a fisiopatologia do bruxismo do sono infantil. Um dos estudos verificou uma aumento no número de microdespertar, o que associou a problemas comportamentais de atenção. A forma como aconteceu o evento do bruxismo do sono primário é similar ao do adulto. Outro estudo realizado em 90 crianças com cefaleia, verificou associação entre bruxismo do sono e cefaleia tipo tensional.

Agora o que mais chama atenção hoje em dia tanto nos livros como nas pesquisas que pipocam por aí é a relação entre os distúrbios respiratórios e o bruxismo (neste caso o primário é agravado ou o distúrbio do sono tem como consequência um bruxismo secundário).De fato, crianças com obstrução nasal têm prevalência de 62,5% de bruxismo. E já foi demonstrado que há uma redução na prevalência após procedimentos de tonsilectomia (de 45,5 para 11,8%) e adenotonsilectomia (25,7% para 7,1%). Um estudo feito pela Universidade de Montreal com 604 crianças de 7 a 17 anos mostrou que pacientes Classe II apresentavam chance maior de relato de bruxismo (2.2 para esquelética e 1.9 para dental). Sobre isso, li no mesmo livro acima citado sobre  o papel do cirurgião dentista em detectar o paciente respirador bucal e submetê-lo a tratamento, sobretudo aqueles com atresia maxilar.

Além de tudo observado, para chegar e escrever aqui sobre este tema, li alguns artigos recentes sobre o assunto.Destaco aqui um artigo realizado no Brasil pela equipe do departamento de Pediatria e Ortodontia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) publicado em 2009 que avaliou a prevalência e influência dos fatores psicológicos no bruxismo infantil. Eles encontraram uma prevalência de 35.3% mas não encontraarm associação entre bruxismo, estresse ou gênero, idade e condição social. Crianças com algum tipo de neurose  ou muito responsáveis tiveram duas vezes mais chances de apresentar bruxismo do sono.

Resumindo o que li em alguns artigos: faltam artigos com critérios de diagnóstico válidos (se possível com polissonografia) para estudar o bruxismo em crianças, faltam os pesquisadores classificarem melhor o bruxismo (às vezes não sei do que estão falando, sobre bruxismo em vigília, do sono, primário, secundário…) e o papel da respiração parece ser uma linha de pesquisa interessante para mostrar que isso vai além da casualidade, afinal, quantas crianças hoje em dia não apresentam algum tipo de processo alérgico com obstrução nasal, por exemplo?

Alguém quer escrever mais sobre isso?

Fonte: http://julianadentista.com/2012/02/07/bruxismo-infantil/

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Gestão odontológica consciente em Goiânia

Atento a nova onda da Odontologia Hospitalar o Departamento de Saúde Bucal da Prefeitura Municipal de Goiânia entendeu a necessidade de se adequar.

O gesto é importante pois a saúde pública é uma só, e a necessidade de possuir uma boca saudável é importante para todos os níveis de cuidados.

Parabéns aos gestores goianienses e sucesso na capacitação.

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O departamento de saúde bucal da Secretaria Municipal de Goiânia oferece capacitação em Odontologia Hospitalar para os profissionais da rede. O programa foi realizado nos Cais Campinas, Novo Mundo e Chácara do Governador. Nos dias oito e nove de março ela será levada ao Ciams Novo Horizonte.

O procedimento tem como objetivos de reduzir o índice de infecções ocasionadas pelo acúmulo de placa, cáries, doença periodontal, entre outros problemas bucais. Dentre os conteúdos da formação está a humanização do atendimento, inclusive nas salas de observação; redução de riscos; redução do tempo de internação; uso da antibioticoterapia e redução dos custos hospitalares.

Fonte: http://www.saude.goiania.go.gov.br/html/noticia/12/02/capacitacao-odontologica.shtml

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Investigação científica e cultural em saúde

Ao receber a notícia abaixo achei interessante quando li a menção à necessidade da investigação científica e cultural para melhor oferecimento de serviços de saúde.

O Portal da Medicina Oral concorda integralmente com a ideia, pois não há ciência, em saúde, sem que valores culturais (políticos, sociais, psíquicos) estejam agregados.

E isto vale também para a Estomatologia (denominação como se chama a Odontologia em Angola).

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Lubango – O director da Escola Técnica de Formação Profissional de Saúde (ETPS), David Luís, sugeriu hoje, no Lubango, província da Huíla, a necessidade dos quadros do sector da saúde no sentido de promoverem a investigação científica e cultural para a obtenção de conhecimentos dos problemas de saúde no seio das populações.
Em declarações à Angop, o interlocutor apontou ser uma vontade contínua do especialista de saúde aplicar com profundidade estes conhecimentos, para que no exercício da sua actividade consiga propor e tomar medidas de prevenção de qualquer tipo de patologia, desde que sigam as normas da ética e deontologia profissional regulamentada pelo Ministério da Saúde.
Aconselhou os especialistas na área de análises clínicas, radiologia, estomatologia, parteiras, cirurgia, medicina geral, ortopedia, entre outros, a buscarem mais conhecimentos nestes domínios.
Veja mais aqui.

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Homenagem do CRO-PR: as mulheres da Odontologia

Recebi o texto abaixo como sugestão de nota do CRO-PR.

O Portal da Medicina Oral aproveita para também externar os parabéns pelo dia internacional da mulher que se aproxima.

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CRO/PR promove eventos no Dia Internacional da Mulher

Com o objetivo de valorizar as Cirurgiãs-Dentistas paranaenses e homenageá-las pelo Dia Internacional da Mulher, o Conselho Regional de Odontologia do Paraná (CRO/PR) promove, no dia 8 de março, palestras nas cinco regionais do estado.

Em Curitiba, na sede do Conselho, o tema abordado será “A mulher e a importância de seus relacionamentos interpessoais no seu sucesso pessoal e profissional”. A palestra será ministrada por Carmen Lucia Ravedutti, consultora do Sebrae. Entre 18h30 e 19 horas será servido um coffee break, e das 19h30 às 22 horas será realizada a palestra.

Na cidade de Ponta Grossa, Teresa Jussara Luporini, mestre e doutora na área de educação, ministra palestra com o tema “A mulher no terceiro milênio”. O evento será entre as 19h30 e 22 horas. Em Londrina, o assunto será “Tendências da moda para 2012”, com a estilista do Senai Jany Carla Camargo Dantas. A palestra acontece entre 19h e 20 horas, e na sequência será realizado um coffee break e atividade artística.

A professora e consultora do Sebrae, Marta Beatriz Horn Schumacher, debaterá em Cascavel o assunto “As mulheres que somos. Quantos papéis assumimos num só dia?” As convidadas participarão de um coffe-break entre 18h30 e 19 horas, e a palestra será entre 19h30 e 22 horas.

Em Maringá será abordado o assunto “A Síndrome MMP: Ser mãe, mulher e profissional ao mesmo tempo, é possível?”. A psicóloga clínica de orientação psicanalítica Fernanda Costa Bérgamo será responsável por ministrar a palestra, entre 19h30 e 22 horas.

Para se inscrever e obter informações completas, como os locais de realização das atividades e descrições dos conteúdos programáticos, clique no banner do convite, localizado no menu ao lado esquerdo do site do CRO/PR, no www.cropr.org.br . As vagas são limitadas.

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Odontologia em UTI – recomendação de protocolo para atenção à saude bucal e prevenção da PAVM

Atendendo algumas solicitações que o site vem recebendo é apresentada uma sugestão de protocolo para atuação geral do Cirurgião-Dentista no ambiente de cuidados intensivos e prevenção da pneumonia associada à ventilação mecânica.

Como o título sugere, trata-se de uma “recomendação”, que deve ser avaliada segundo as peculiaridades dos serviços e situação clínica específica dos pacientes.

Como toda diretriz, ele precisa de comprovação de eficácia e constante aprimoramento. Assim é sugerido que os colegas que tenham interesse na sua aplicação sejam parceiros no sentido de oferecer informações para que este se torne um protocolo conciso, prático, bem fundamentado, e que futuramente também possa ser publicado.

Para receber o protocolo é solicitado aos interessados que enviem email para atendimento@medicinaoral.com.br contendo nome, CRO, local de atuação (cidade), hospital (se houver) e telefone. Os dados enviados não serão publicados.

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RX portátil sem necessidade de proteção (adicional) para o operador

Nomad

Um dos produtos que mais me chamou a atenção no último CIOSP, foi o aparelho de raios X portátil, chamado Nomad. Apesar do preço salgado (faixa dos 12-13 mil dólares) ele possui facilidade de manuseio e transporte, útil no atendimento hospitalar, domiciliar e até mesmo ambulatorial, pois possui uma bateria própria com elevado tempo de carga.

O aparelho de fabricação estadunidense utiliza um protetor de raios X transparente acoplado à ponta do cilindro que, segundo o fabricante, protege o operador dos raios secundários gerados na exposição. No stand foi mencionado que o aparelho tinha sido utilizado na identificação de cadáveres em acidentes aéreos e que seu emprego em Odontologia Legal seria uma de suas indicações.

Outra opção mais em conta é o uso do aparelho de RX portátil com tripé de máquina fotográfica, que a brasileira Odontocase comercializa (faixa de 2-3 mil reais), que também pode ser utilizado nos mesmos ambientes, dependendo apenas da existência de uma tomada (e uma extensão).

Raciocinando de modo bem simples, afinal não conheço bem o aparelho Nomad muito menos sou radiologista, acredito que seu maior diferencial para o modelo brasileiro seja a proteção radiológica que não exige a saída do operador do local onde há a emissão dos raios X. A bateria recarregável não seria, a meu ver, um item obrigatório para o atendimento extra ambulatorial, especialmente se for uma das justificativas para o preço elevado.

Assim, se é possível a instalação do protetor na extremidade do cilindro (similar ao que é usado nos aparelhos fotopolimerizáveis) para permitir seu uso sem que seja preciso sair da sala (pois é alegado que a ANVISA já o aprovou), porque não se fabricar um protetor similar para utilizar no barato modelo brasileiro?

Fico ainda pensando se realmente ele é seguro, afinal se a proteção que ele proporciona é tão eficaz, porque temos de satisfazer tantas exigências para ter um aparelho convencional nos nossos consultórios…

Veja mais notícias sobre o Nomad sendo utilizado na USP no link http://www.fo.usp.br/?p=7513

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Complemento em 26-02-2012:

– O site da fabricante do Nomad (Aribex) é http://www.aribex.com/

– Autorização da ANVISA (ver aqui)

– Certificação no site do INMETRO (ver aqui e aqui)

– Site da empresa que importa o produto: http://www.engemed.com.br/engemed_industria/index.php

– Site do Laboratório de Ciências Radiológicas da UERJ – http://www.lcr.uerj.br/ (responsável designado pela ANVISA no RJ para o cumprimento da resolução 453-98).

– Portaria 453 de 1998 do Ministério da Saúde que estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico (ver http://www.lcr.uerj.br/downloads/portaria_SVS_453_98.pdf).

(*) observar na portaria 453-98 o Capítulo 5, especialmente o item 5.2 que diz “O equipamento de radiografia intra-oral deve ser instalado em ambiente (consultório ou sala) com dimensões suficientes para permitir à equipe manter-se à distância de, pelo menos, 2 m do cabeçote e do paciente.”

Observar ainda o item 5.7, letra g: “g) O botão disparador deve ser instalado em uma cabine de proteção ou disposto de tal forma que o operador que o maneje possa ficar a uma distância de, pelo menos, 2 m do tubo e do paciente durante a exposição.”

Ler também os ítens 5.9, letras b, c. Neste último se diz “c) O operador ou qualquer membro da equipe não deve colocar-se na direção do feixe primário, nem segurar o cabeçote ou o localizador durante as exposições.”

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Criado o Departamento de Odontologia da SOTIERJ

No dia 24 de janeiro último foi realizada reunião na sede da Sociedade de Terapia Intensiva do Estado do Rio de Janeiro, a SOTIERJ, em Copacabana, onde foram pactuadas estratégias de aproximação entre esta importante sociedade médica e o Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro.

Dentre as estratégias estão a criação de um departamento de Odontologia na SOTIERJ, e o envio ao Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro de um documento firmando a parceria oficial da SOTIERJ com a Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRO-RJ.

O GMOH-RJ enxerga que a realização de parcerias entre a Odontologia e as entidades médicas devem sempre estar respaldadas pela entidade oficial da profissão, no caso o CRO-RJ. Desta forma cria-se um elo técnico e institucional.

Entre outras propostas está a realização de um evento de Odontologia Hospitalar (com foco nas Unidades de Terapia Intensiva) no Rio de Janeiro, já este ano, para divulgar a importância da atenção a saúde bucal na alta complexidade.

Na reunião estiveram presentes os representantes do GMOH-RJ, Luciana Telles, Hélida Frazão, Ana Chor e Paulo Pimentel, que assumirá a responsabilidade pelo departamento. Também estavam presentes o Dr. Jorge Eduardo Pinto, presidente da SOTIERJ e o Sr. Marcio Paiva, administrador.

Que esta boa notícia tenha repercussão pelo ano de 2012 e novas parcerias sejam firmadas.

Ana Chor, Jorge E. Pinto, Luciana Telles, Helida Frazão, Paulo Pimentel e Marcio Paiva

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Odontologia no Hospital Albert Einstein

Recebendo atualizações do grupo Odontologia do Brasil administrado pelo diligente colega Marcos Santana (SE), tomei conhecimento da página do serviço de Odontologia do Hospital Albert Einstein (ver http://www.einstein.br/Hospital/oncologia/nossos-servicos/odontologia/Paginas/odontologia-paciente-oncologico.aspx). Pelo que se lê no site, parece ser um serviço focado nos protocolos do paciente oncológico abrangendo o controle da mucosite oral e apoio odontológico ao transplante de medula óssea.

É importante parabenizar a equipe (que infelizmente não é citada no link) pelo espaço conseguido e trabalho realizado, em um dos hospitais mais reconhecidos do país.

Mas acho relevante um comentário sobre o texto inicial do site onde é citado que O Cirurgião-dentista especialista em pacientes com necessidades especiais possui conhecimentos gerais da genética…sendo capaz de proporcionar atendimento odontológico adequado durante tratamento médico e relacionar as possíveis manifestações bucais com a doença do paciente. Lido desta forma, tem-se a impressão que somente o especialista em OPE é capacitado para a atuação nestes pacientes, o que é injusto com outras especialidades e formações.

Penso que é importante se organizar a profissão para que os profissionais capacitados para atuar nas áreas da Medicina Oral sejam reunidos dentro de um espectro único. Esta é a melhor forma de se apresentar uma carreira profissional organizada, além de favorecer o reconhecimento multiprofissional.

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